Dados de Replicação para: Transformação digital dos governos brasileiros: Satisfação dos cidadãos com os serviços públicos digitais nos estados e no Distrito Federal
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/jud8i0n4 |
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| Licença | Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Lafuente, Mariano, et al. (2022). Dados de Replicação para: Transformação digital dos governos brasileiros: Satisfação dos cidadãos com os serviços públicos digitais nos estados e no Distrito Federal. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/jud8i0n4 |
| Data de publicação | 2022-11-08 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Brasil · Satisfação dos Cidadãos · Conectividade · Governança Digital · Governo Digital · Transformação Digital · Inovação · Serviços Públicos · Estados |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2020-2020 |
| País |
Brasil
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Lafuente, Mariano
Leite, Rafael
Porrúa, Miguel
Valenti, Pablo
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados de Inquéritos |
| Tipo Estatístico | Dados de Corte Transversal |
| Estrutura dos Dados | Dados Estruturados |
| Notas dos Dados |
Quais aspectos do acesso digital no Brasil este conjunto de dados mede?Os dados registram de que forma a população brasileira se conecta à internet, seja em casa, seja por dispositivos móveis. Nesse sentido, 86,7% afirmam ter banda larga (Wi‑Fi) na residência e 94,7% dizem conseguir acessar a rede pelo celular. Tais indicadores permitem aos formuladores de políticas dimensionar as lacunas de inclusão digital entre regiões, faixas etárias e níveis de renda. Quão disseminado é o acesso à banda larga entre as diferentes regiões?O acesso à banda larga apresenta nítidos contrastes territoriais. O Sudeste e o Sul passam dos 90%, ao passo que o Norte e o Nordeste ficam abaixo, perto de 84% a 85%. Essa diferença reflete desigualdades regionais que persistem na infraestrutura digital. Quais são os principais motivos pelos quais os domicílios não têm banda larga em casa?Os respondentes apontam, principalmente, a falta de dispositivos (43,7%), o pouco interesse na banda larga (43,5%) e o custo elevado do serviço (29,8%). Esse panorama ajuda a distinguir se as barreiras são de natureza econômica, tecnológica ou ligada ao letramento digital. Para que os brasileiros costumam usar a internet de casa?
Quantas pessoas se conectam à internet pelo celular?A conexão móvel é praticamente universal: 94,7% dos respondentes afirmam conseguir navegar pelo celular. Por isso, a conectividade móvel é a principal porta de entrada para os serviços digitais no Brasil. Qual é o grau de satisfação da população com os serviços públicos e privados on-line?A maioria descreve experiências positivas: Até que ponto as pessoas se sentem adaptadas ao mundo digital?Quase metade (45,1%) afirma que já dominava as ferramentas digitais. Com quais dispositivos as pessoas acessam os serviços digitais públicos ou privados?
Com que frequência os brasileiros recorrem aos serviços digitais?O uso cotidiano é bastante difundido: 35,8% recorrem aos serviços digitais todos os dias e outros 14,3% o fazem várias vezes por semana. Apenas 5,9% os utilizam uma vez por mês ou menos. Qual é o canal mais comum de relacionamento com o governo estadual?O canal mais frequente é a interação pela internet (34,3%), seguida das ligações telefônicas (17,3%) e do atendimento presencial (15,2%). Há um deslocamento em direção aos canais digitais, sem que os meios tradicionais percam relevância. Como os moradores preferem realizar os trâmites estaduais?As preferências se distribuem entre os diferentes canais: O que o conjunto de dados mostra sobre a desigualdade digital?Notam-se clivagens nítidas conforme a idade, a renda e a escolaridade. Por exemplo: Como os formuladores de políticas podem aproveitar este conjunto de dados?Serve de base para decisões voltadas a:
- Ampliar a infraestrutura de banda larga De que forma o governo brasileiro está modernizando seus serviços públicos?Os dados revelam que a população brasileira recorre cada vez mais aos canais digitais para se relacionar com o poder público. Por exemplo, 34,3% usam a internet (computador, tablet ou telefone) como principal meio de contato com o governo estadual e 24,4% utilizam aplicativos para os seus trâmites estaduais. Ações como solicitar documentos on-line (16%) ou agendar serviços de forma digital (21,3%) ilustram a virada rumo a serviços públicos que priorizam o digital. Como a transformação digital do governo melhora o atendimento ao cidadão?A população manifesta alta satisfação com os serviços on-line: 54,7% estão satisfeitos e 7% muito satisfeitos com sua experiência digital. Soma-se a isso o fato de que 87,2% acessam os serviços pelo celular, sinal de que os canais digitais são acessíveis e cômodos para a maioria. Como a transformação digital facilita o acesso dos cidadãos aos benefícios do governo?De acordo com os dados, 34,2% dos respondentes usaram canais digitais para solicitar benefícios sociais (por exemplo, Bolsa Família, FGTS ou o seguro-desemprego). Isso demonstra que a transformação digital amplia diretamente o acesso a programas públicos essenciais. De que maneira os brasileiros costumam acessar os serviços digitais públicos ou privados?O celular se impõe com folga: 87,2% o utilizam para acessar os serviços. Em seguida vêm o computador (41,6%) e o tablet (5,1%). Daí a importância de conceber os serviços priorizando o dispositivo móvel. Com que assiduidade os cidadãos usam os serviços digitais?
Quão satisfeita a população brasileira está com sua experiência ao usar os serviços on-line?A maioria relata experiências positivas: Quão bem os cidadãos estão se adaptando à transformação digital?
Que obstáculos impedem os cidadãos de ter banda larga em casa?Entre os principais motivos estão:
- Não ter dispositivo (computador/tablet): 43,7% Que obstáculos limitam o acesso à internet móvel?Entre quem não tem internet móvel:
- 54,4% não demonstram interesse |