Gastos Públicos Não Contributivos na América Latina e no Caribe Dados: 2010-2015
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/g43r-pn41 |
|---|---|
| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Izquierdo, Alejandro, et al. (2019). Gastos Públicos Não Contributivos na América Latina e no Caribe Dados: 2010-2015. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/g43r-pn41 |
| Data de publicação | 2019-03-19 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Trabalho informal · Mercado de trabalho · Política trabalhista · Pensão não contributiva · Pensão · Gasto público · Força de trabalho e emprego · Condições de trabalho |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2010-2015 |
| País |
Argentina
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
Equador
El Salvador
Guam
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Paraguai
Peru
Uruguai
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Izquierdo, Alejandro
Altamirano Montoya, Álvaro
Alaimo, Veronica
Dborkin, Daniela
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Administrativos |
| Estrutura dos Dados | Dados Semiestruturados |
| Notas dos Dados |
Do que trata este conjunto de dados?Ele agrega dados comparáveis sobre o gasto público não contributivo em 16 países da América Latina e o Caribe (ALC). Em que consistem os programas não contributivos?Os programas não contributivos concedem benefícios — pensões, cobertura de saúde ou assistência social — a quem não contribui por meio da folha de pagamento ou dos regimes formais de previdência social. Que tipo de informação está reunido neste conjunto de dados?Traz informações detalhadas e harmonizadas sobre:
Qual é a relação com os dados contributivos?Funciona como contraponto aos dados contributivos já disponíveis sobre proteção social formal, evidenciando como os governos ampliam os benefícios para além do emprego formal. Quais países estão incluídos?A cobertura contempla estes 16 países da América Latina e o Caribe: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai e Peru. Qual período de tempo é abrangido?O horizonte temporal muda de um país para outro, mas costuma ir do fim dos anos 1990 ao início dos anos 2020, conforme os dados disponibilizados pelos ministérios nacionais das finanças e pelos órgãos de proteção social. Quem produziu este conjunto de dados?Foi produzido por Alejandro Izquierdo e Mónica Altamirano Montoya, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no âmbito do trabalho da instituição em política fiscal, proteção social e informalidade. Para que serve este conjunto de dados?Pesquisadores, formuladores de políticas e economistas podem recorrer a estes dados para:
Qual é a sua principal contribuição?É a primeira base de dados regional harmonizada a registrar o “subsídio à informalidade” nos países da ALC. O que se entende por programa contributivo na previdência social?São regimes de seguro social em que os assalariados do setor formal contribuem ao sistema de previdência por meio de encargos sobre a folha de pagamento e, em troca, recebem benefícios como pensões de velhice e atendimento de saúde. O conjunto de dados os coloca em contraste com os programas não contributivos, sustentados por receitas gerais e voltados aos trabalhadores informais. O que diferencia os benefícios contributivos dos não contributivos?Os benefícios contributivos são direitos adquiridos atrelados às contribuições de cada trabalhador (por exemplo, pensões custeadas por encargos sobre a folha de pagamento). Já os não contributivos, registrados no conjunto de dados, apoiam-se em receitas públicas e alcançam os trabalhadores informais sem exigir contribuição prévia. É o caso das Pensiones no contributivas a la vejez da Argentina, de natureza não contributiva. De que forma operam os programas contributivos de seguro social?Eles se baseiam na arrecadação das contribuições de empregados e empregadores do setor formal, reunidas em fundos que custeiam os benefícios. Conforme o conjunto de dados, quem atua na formalidade contribui para a previdência social e recebe pensões e serviços de saúde, ao passo que os trabalhadores informais dependem de programas não contributivos bancados por impostos. Os benefícios de desemprego entram como programas contributivos?O conjunto de dados reúne o Programa Jefas y Jefes de Hogar na Argentina e o Programa de Empleo Temporal na Colômbia, duas políticas ativas do mercado de trabalho. São programas não contributivos, custeados por impostos e voltados aos trabalhadores informais. Em contrapartida, os regimes contributivos de seguro-desemprego — que aqui não são detalhados — exigem contribuições sobre a folha de pagamento. Quais são os pontos fortes e as limitações dos programas sociais contributivos?
O que separa os modelos de saúde contributivos da saúde universal?O conjunto de dados registra a Atención Pública de la Salud (Argentina) e o Régimen subsidiado de salud (Colômbia), dois programas de saúde não contributivos. Já os modelos contributivos sustentam-se em contribuições sobre a folha de pagamento e amparam os trabalhadores formais. Os sistemas universais custeados por impostos aproximam-se da abordagem não contributiva, mas levam a cobertura a toda a população. O que distingue os programas contributivos da assistência social não contributiva ou sujeita a comprovação de renda?Os contributivos apoiam-se em encargos sobre a folha de pagamento e dependem da situação de emprego. Os não contributivos, fartamente registrados no conjunto de dados, sustentam-se em receitas gerais e miram os trabalhadores informais. Um exemplo é o Seguro Popular do México, programa de saúde não contributivo voltado a quem estava fora do emprego formal. A lógica do “direito adquirido”: por que os programas contributivos tendem a gozar de maior estabilidade política?Conforme o conjunto de dados, por estarem atrelados ao emprego formal e às contribuições, os programas contributivos consolidam-se politicamente como “direitos adquiridos”. Os não contributivos, embora socialmente indispensáveis, podem estimular a informalidade e ficam mais expostos às pressões fiscais. Que papel os programas contributivos cumprem para amenizar o estigma social de receber benefícios?O conjunto de dados sugere que os programas contributivos são vividos como direitos adquiridos, ao passo que os não contributivos podem ser lidos como subsídios. Essa leitura repercute tanto na estabilidade política quanto na aceitação social. |
Arquivos do conjunto de dados
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August 26, 2026XLSX