Dados de Replicação para: Pulso Social na América Latina e no Caribe 2017
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/6s3snfl5 |
|---|---|
| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Robles, Marcos (2018). Dados de Replicação para: Pulso Social na América Latina e no Caribe 2017. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/6s3snfl5 |
| Data de publicação | 2018-07-01 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Caribe - Condições sociais · América Latina - Condições sociais · Indicadores sociais - Caribe · Indicadores sociais - América Latina · Mobilidade social - Caribe · Mobilidade social - América Latina |
| Idioma |
|
| Cobertura Temporal | 1999-2016 |
| País |
Argentina
Bahamas
Barbados
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Suriname
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
|
| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
|
| Autor |
Robles, Marcos
|
| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Tipo Estatístico | Dados em Painel |
| Estrutura dos Dados | Dados Estruturados |
| Notas dos Dados |
O que este conjunto de dados mede?Ele reúne indicadores sociais essenciais sobre pobreza, renda, demografia, saúde e educação, proporcionando um retrato abrangente da desigualdade na América Latina e no Caribe. Quais países estão incluídos?Cobre 22 países da América Latina e do Caribe, viabilizando comparações entre países dos indicadores de pobreza, saúde e educação. O conjunto de dados inclui dados de mortalidade infantil e de crianças?Sim. O módulo da primeira infância traz indicadores como a taxa de mortalidade infantil do Chile e medidas mais amplas da mortalidade infantil latino-americana, possibilitando análises detalhadas em cada país. Há indicadores de educação disponíveis?Sim. O módulo da infância contém dados de matrícula, frequência e desempenho em provas, o que permite acompanhar a evolução do nível de escolaridade alcançado na América Latina e identificar as lacunas que persistem. Como o conjunto de dados capta a desigualdade na América Latina?Ao cruzar os dados das pesquisas domiciliares com indicadores de distribuição de renda, trabalho e acesso a serviços, o conjunto de dados evidencia as múltiplas dimensões da desigualdade na América Latina. Quais anos são abrangidos por este conjunto de dados?O período coberto vai de 1999 a 2016, oferecendo quase duas décadas de estatísticas comparáveis para a região. Qual é a fonte destes dados?O conjunto de dados tem como base microdados harmonizados das pesquisas domiciliares nacionais, o que garante consistência e comparabilidade entre os países. Como pesquisadores e formuladores de políticas podem usar este conjunto de dados?Pode ser usado para avaliar o progresso social, monitorar tendências demográficas e educacionais e elaborar políticas que reduzam a desigualdade e melhorem as condições de vida. Quais são os principais impulsionadores da desigualdade de riqueza na América Latina?Os dados das pesquisas domiciliares mostram que a desigualdade nasce das diferenças na renda do trabalho, do acesso desigual à educação e da persistência do emprego informal. Somam-se a isso barreiras estruturais, como a baixa mobilidade social e a distribuição desigual da terra, que aprofundam essas lacunas. : Quais são as tendências recentes da distribuição de renda e dos coeficientes de Gini na América Latina?Entre 2002 e 2016, o coeficiente de Gini regional recuou de 0,55 para 0,49, sinal de melhorias modestas na distribuição de renda. Ainda assim, o avanço perdeu fôlego depois de 2014, e a redução da desigualdade estagnou em vários países. Por que a América Latina continua sendo a região mais desigual do mundo?Mesmo com a queda da pobreza, a desigualdade se mantém por causa da alta informalidade, dos sistemas tributários regressivos e de uma redistribuição limitada. O conjunto de dados revela uma forte transmissão intergeracional da desvantagem, sobretudo na educação e no mercado de trabalho. Como os sistemas tributários regressivos agravam a pobreza na América Latina?Os dados das pesquisas indicam que os impostos sobre o consumo pesam de forma desproporcional sobre os domicílios de baixa renda, reduzem a renda disponível e dificultam o combate à pobreza. A tributação progressiva sobre a renda continua pouco utilizada na região. Quais são os diferentes modelos econômicos e resultados da desigualdade no Brasil em comparação com o Chile?No Brasil, a queda da desigualdade se apoiou no crescimento da renda do trabalho e nas transferências sociais; no Chile, as melhorias estiveram ligadas à expansão da educação. Nos dois países o coeficiente de Gini caiu, mas o Chile mantém uma desigualdade menor do que a do Brasil. Existem diferenças salariais de gênero e desigualdade no mercado de trabalho na América Latina?Os dados mostram que as mulheres recebem, em média, de 17% a 25% menos que os homens, mesmo descontando o efeito da escolaridade. A participação feminina no mercado de trabalho continua menor, o que reforça a desigualdade dentro do domicílio. Qual é a situação da desigualdade educacional e seu impacto na mobilidade social dos jovens latino-americanos?O conjunto de dados expõe diferenças acentuadas no nível alcançado: os jovens do quintil mais pobre somam em média 6 anos de escolaridade, ante 12 anos do quintil mais rico. Essa lacuna trava a mobilidade ascendente e perpetua a desigualdade. Qual é o nível médio de educação concluído na América Latina?Os adultos da região acumulam em média 8,3 anos de escolaridade, com diferenças expressivas entre os países. Uruguai e Chile registram níveis mais altos, ao passo que Guatemala e Honduras ficam abaixo da média regional. Por que os estudantes na América Latina abandonam o ensino médio?Os dados das pesquisas domiciliares apontam as pressões econômicas, a entrada precoce no mercado de trabalho e o acesso limitado a escolas de qualidade como fatores decisivos da evasão escolar. Qual é a média do nível de escolaridade alcançado na América Latina em comparação com a OCDE?A região fica atrás dos países da OCDE: a média de anos de escolaridade é de 3 a 4 anos menor, e as taxas de conclusão do ensino médio permanecem bem abaixo dos parâmetros da OCDE. Quais são as diferenças de gênero no nível de escolaridade alcançado nos países latino-americanos?Atualmente as mulheres concluem, em média, um pouco mais de anos de escolaridade do que os homens, embora persistam as diferenças de gênero na matrícula do ensino superior e nas áreas STEM. Qual é a diferença entre as lacunas educacionais rurais e urbanas nos sistemas escolares latino-americanos?Os estudantes rurais somam em média de 2 a 3 anos a menos de escolaridade do que seus pares urbanos. Nas áreas rurais, o acesso ao ensino médio é especialmente restrito, o que aprofunda a desigualdade. Quais são as taxas de conclusão do ensino médio na região da LATAM por país?Uruguai e Chile apresentam taxas de conclusão acima de 80%, enquanto Guatemala e Honduras ficam abaixo de 50%, escancarando acentuadas disparidades nacionais. Qual é a taxa atual de mortalidade de crianças (menores de 5 anos) na América Latina e no Caribe?Em 2016, a taxa regional de mortalidade de menores de 5 anos era em média de 18 óbitos por 1.000 nascidos vivos; Haiti e Bolívia apresentavam os números mais altos, enquanto Chile e Costa Rica estavam entre os mais baixos. Quais são as principais causas de mortalidade infantil nos países latino-americanos?Os dados das pesquisas domiciliares associam a mortalidade infantil principalmente a complicações neonatais, pneumonia, diarreia e desnutrição. Essas causas concentram a maioria dos óbitos de menores de 5 anos. Quais são as estatísticas de mortalidade infantil urbana versus rural nas nações latino-americanas?As áreas rurais registram sistematicamente taxas de mortalidade mais altas, muitas vezes o dobro das dos centros urbanos, em razão do acesso restrito a atendimento de saúde, água potável e saneamento. Como a desigualdade de renda afeta as taxas de sobrevivência infantil na América Latina?As crianças do quintil mais pobre enfrentam taxas de mortalidade até três vezes maiores do que as do quintil mais rico, o que evidencia a ligação entre a desigualdade e as chances de sobrevivência. Quais foram os países latino-americanos com as menores taxas de mortalidade infantil em 2016?Chile, Costa Rica e Uruguai registraram as menores taxas de mortalidade de menores de 5 anos, todas abaixo de 10 óbitos por 1.000 nascidos vivos. |