Dados de Replicação para: Benchmarking da eficiência técnica de portos de contêineres na América Latina e no Caribe: 1999–2009

Por Infrastructure and Energy Sector (VPS/INE/INE)

Reunindo os índices de eficiência técnica de 63 portos de contêineres da América Latina e o Caribe, esta base de dados foi construída a partir de um modelo de fronteira estocástica. Trata-se de um recurso fundamental para examinar o desempenho portuário da região e para comparar terminais por meio do Container Port Performance Index.

Mostrar mais

Metadados e uso

Identificador https://doi.org/10.60966/14ggp5r6
Licença Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO
Produto de Conhecimento Relacionado
Citação

Banco Interamericano de Desenvolvimento (2016). Dados de Replicação para: Benchmarking da eficiência técnica de portos de contêineres na América Latina e no Caribe: 1999–2009. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/14ggp5r6

Data de publicação 2016-08-29
Data de modificação 2026-08-26
Tags/Palavras-Chave Portos de contêineres · Eficiência · América Latina e Caribe · Transporte marítimo
Idioma
  1. Inglês
Cobertura Temporal 1999-2009
País
Argentina
Aruba
Bahamas
Barbados
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Peru
Porto Rico
Santa Lúcia
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
Região América Latina e Caribe
Publicador
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Autor
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Tipo de Coleta de Dados Dados Administrativos
Tipo Estatístico Dados em Painel
Estrutura dos Dados Dados Estruturados
Notas dos Dados

O que este conjunto de dados mensura?

Apresenta os índices de eficiência técnica dos portos de contêineres, gerados por um modelo de fronteira estocástica, o que viabiliza a comparação de desempenho entre os portos.

Quais portos fazem parte da base?

Estão contemplados 63 portos de contêineres distribuídos pela América Latina e o Caribe, que vão de grandes centros como Santos (Brasil) e San Juan (Porto Rico) a portos regionais de menor porte.

Qual é o intervalo de anos coberto?

Os índices de eficiência cobrem o período de 1999–2009 e vêm acompanhados de uma média calculada para cada porto.

De que forma a eficiência portuária é calculada?

Os índices resultam de um modelo de fronteira estocástica que confronta os resultados de cada porto com as melhores práticas verificadas na região.

Dá para comparar o desempenho entre diferentes países?

Sim. Como cada porto está associado ao seu país, é possível confrontar a eficiência entre as nações e identificar quais terminais se destacam na região.

O que é o Container Port Performance Index e como ele se conecta a estes dados?

Estes dados servem de base para o Container Port Performance Index, ferramenta que avalia, no longo prazo, o desempenho e a competitividade dos portos da região.

Quais portos lideram em eficiência na América Latina e o Caribe?

Por trazer um índice “Média” para cada porto, a base permite ordená-los conforme a eficiência.

De que maneira formuladores de políticas e pesquisadores podem aproveitar estes dados?

As informações dão suporte a estudos sobre logística portuária, facilitação do comércio, investimento em infraestrutura e competitividade no transporte marítimo mundial.

O conjunto apresenta valores em falta?

Sim. Alguns portos têm lacunas em determinados anos, sobretudo no fim da década de 1990; a partir de 2002, porém, a cobertura está praticamente completa.

O que caracteriza uma operação eficiente em portos de contêineres?

A eficiência está ligada à habilidade de cada porto em converter seus recursos — berços, guindastes e mão de obra — em volume movimentado. Por meio de um modelo de fronteira estocástica, o conjunto de dados calcula índices de eficiência técnica que mostram o quanto cada terminal se aproxima do desempenho ideal.

Quais indicadores-chave de desempenho (KPIs) se aplicam aos terminais marítimos de contêineres?

Os índices de eficiência acompanhados pelo conjunto de dados refletem KPIs como o tempo de rotação dos navios, a produtividade dos berços e a utilização dos guindastes. Por exemplo, entre 1999 e 2009 Montevidéu (Uruguai) registrou média de 82,27, ao passo que Santos (Brasil) marcou 84,29.

Que estratégias de eficiência portuária interessam aos gestores da cadeia de suprimentos?

Os terminais que mantêm índices elevados — caso de Itajaí, no Brasil, com 83,47 — revelam estratégias como o investimento em infraestrutura e a simplificação das operações.

Qual é o top 10 dos portos de contêineres mais eficientes da América Latina (1999–2009)?

Classificados pela pontuação média:
- Montevidéu, Uruguai – 82,27
- Santos, Brasil – 84,29
- Itajaí, Brasil – 83,47
- San Juan, Porto Rico – 80,59
- Puerto Limón, Costa Rica – 78,53
- Guayaquil, Equador – 78,36
- Callao, Peru – 65,63 (em forte alta a partir de 2005)
- Colon CT, Panamá – 62,73 (com picos acima de 85 em 2007–2008)
- San Antonio, Chile – 80,42
- Cartagena, Colômbia – 63,85 (com crescimento robusto após 2006)

Que KPIs são usados principalmente para medir a produtividade de um terminal de contêineres?

Os índices de eficiência decorrem da relação entre o volume movimentado e os insumos empregados. Entre os KPIs estão a ocupação dos berços, a produtividade dos guindastes e o tempo de rotação dos navios.

Como elevar a eficiência de um porto de contêineres?

Portos cujos índices sobem — como Callao, no Peru, que avançou de 44,33 em 1999 para 82,92 em 2009 — mostram que investir em infraestrutura e modernização pode impulsionar notavelmente a eficiência.

Quais são os principais entraves à eficiência dos portos de contêineres?

Os terminais com médias baixas — caso de Corinto, na Nicarágua, com 30,83 — expõem entraves como infraestrutura limitada, equipamentos precários e ineficiências de mão de obra.

Que melhorias de eficiência são viáveis para pequenos portos costeiros com recursos limitados?

Terminais de menor porte, como Puerto Cortés (Honduras), evoluíram de 52,46 em 2000 para 76,05 em 2009, o que comprova que investimentos graduais e reformas operacionais rendem ganhos de eficiência.

Quais são as melhores fontes de dados e as lacunas de pesquisa atuais sobre a eficiência portuária na América Latina?

Este conjunto de dados oferece os índices históricos de eficiência de 63 portos. Permanecem em aberto, contudo, os dados após 2010, os efeitos da automação, as métricas de sustentabilidade ambiental e a análise da conectividade com o interior (hinterland).

Arquivos do conjunto de dados

Carregar mais