Ferramenta de Simulação de Custos para os Sistemas de Cuidados de Longo Prazo na América Latina e no Caribe
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/cjwr-7581 |
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| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Medellín, Nadin (2020). Ferramenta de Simulação de Custos para os Sistemas de Cuidados de Longo Prazo na América Latina e no Caribe. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/cjwr-7581 |
| Data de publicação | 2020-09-17 |
| Data de modificação | 2026-07-15 |
| Tags/Palavras-Chave | Envelhecimento · Dependência de Cuidados · América Latina e Caribe |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2020-2020 |
| País |
Argentina
Bahamas
Barbados
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Suriname
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Medellín, Nadin
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Estrutura dos Dados | Dados Semiestruturados |
| Notas dos Dados |
Em que estágio estão hoje os cuidados de longa duração na América Latina?Os sistemas formais de cuidados de longa duração ainda estão dando os primeiros passos na região. Os dados revelam que a maioria dos países não dispõe de infraestrutura abrangente e que os governos estão apenas começando a calcular custos e a desenhar pacotes de serviços. A ferramenta simula cenários para 2020, 2025 e 2030 e evidencia o impacto fiscal de implantar sistemas estruturados. Como se apresentam as tendências de envelhecimento populacional e as mudanças demográficas na América Latina em 2024?A ferramenta incorpora as projeções populacionais da ONU (2019). A população argentina com 80 anos ou mais, por exemplo, deve passar de cerca de 1,19 milhão em 2020 para aproximadamente 1,55 milhão até 2030. Mudanças demográficas semelhantes são modeladas para cada país, evidenciando um aumento contínuo tanto do número de idosos quanto das taxas de dependência de cuidados. De que forma os governos latino-americanos financiam os cuidados de longa duração para os idosos?O financiamento é modelado combinando o gasto público com os copagamentos dos usuários. Esses copagamentos podem ser repartidos por quintil de renda (por exemplo, 0% no quintil mais pobre e até 50% no mais rico). Presume-se que o restante fica a cargo dos orçamentos públicos de cada governo. Como está a saúde digital e a tecnologia de monitoramento remoto para o cuidado de idosos na América Latina?A teleassistência aparece como uma das opções de serviço, com custos já modelados (US$ 35 mensais na dependência leve e US$ 70 na grave). Isso mostra como o monitoramento remoto poderia ser incorporado aos pacotes de cuidados. Que serviços de cuidados de longa duração costumam existir para os idosos nos países da América Latina?A ferramenta contempla cinco tipos de serviço: cuidado residencial, cuidado pessoal a domicílio, centros-dia, teleassistência e serviços de descanso (respiro). Eles são tomados como os componentes centrais dos sistemas que poderiam ser criados. Com que intensidade as tendências demográficas e o envelhecimento impulsionam a demanda por cuidados de longa duração na América Latina?Os dados mostram um crescimento sustentado nas faixas etárias mais idosas. No Brasil, por exemplo, projeta-se que a população de 80 anos ou mais suba de cerca de 4,16 milhões em 2020 para aproximadamente 6,54 milhões em 2030, o que pressiona para cima a demanda por serviços de cuidado. Por que o acesso aos cuidados de longa duração ainda é limitado em alguns países da América Latina?Na maioria dos países faltam tanto sistemas formais quanto dados de custos padronizados. O próprio conjunto de dados afirma sem rodeios: “não há informação sistematizada sobre os custos dos serviços de cuidados de longa duração na região”. Como estão os prestadores de cuidado domiciliar para idosos e as soluções de telessaúde na América Latina?O cuidado pessoal a domicílio e a teleassistência são modelados como opções de serviço, com custos que dependem da quantidade de horas de cuidado e da gravidade da dependência. Trata-se de um possível desenho do sistema, e não das redes de prestadores que de fato operam. Como os gastos do próprio bolso e a acessibilidade financeira dos cuidados de longa duração variam por grupo de renda e por país na América Latina?O conjunto de dados modela os copagamentos por quintil de renda. Em um dos cenários, por exemplo, o quintil mais rico assume 50% do custo dos serviços, ao passo que o mais pobre não paga nada (0%). Ficam assim evidentes as lacunas de acessibilidade financeira entre os diferentes grupos de renda. |