Base de Dados Padronizada da Dívida Pública da América Latina e do Caribe: Dados de dezembro de 2020

Por Connectivity, Markets and Finance Division (VPS/IFD/CMF)

Uma edição mais recente deste conjunto de dados está disponível: Base de Dados Padronizada da Dívida Pública da América Latina e Caribe: Dados referentes a dezembro de 2024.

A Base de Dados de Dívida Pública figura entre as principais iniciativas do Grupo de Dívida da ALC e foi pensada para fortalecer as políticas regionais com base em dados válidos, comparáveis e padronizados a respeito da América Latina e o Caribe (ALC).

Seu ponto de partida é a criação de uma base de dados padronizada sobre dívida soberana, que ajuda gestores de dívida, formuladores de políticas e participantes dos mercados financeiros a examinar como se compõe a dívida pública nos diferentes países da região.
Com esse recurso, as decisões ganham embasamento e o acompanhamento da dívida governamental latino-americana (de 2020 em diante) torna-se mais transparente.

Fontes de dados

Os dados reunidos nesta base de dados de dívida pública chegam diretamente dos Escritórios de Gestão da Dívida (DMOs) de 26 países da ALC.
Cada escritório preenche um questionário minucioso, elaborado justamente para assegurar a comparabilidade dos dados entre os países.

Metodologia

Por meio desse questionário, reúnem-se estatísticas atualizadas e padronizadas que viabilizam comparações entre países a partir de definições de dívida pública claras, objetivas e uniformes.
Dessa maneira, os dados ficam mais precisos e úteis para a pesquisa, a formulação de políticas e a gestão fiscal na América Latina.

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Metadados e uso

Identificador https://doi.org/10.60966/aakr-4t49
Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional
Citação

Grupo de Especialistas em Gestão da Dívida Pública da América Latina e do Caribe (2022). Base de Dados Padronizada da Dívida Pública da América Latina e do Caribe: Dados de dezembro de 2020. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/aakr-4t49

Data de publicação 2022-09-20
Data de modificação 2026-10-02
Tags/Palavras-Chave Dívida · Gestão da dívida · Mercados financeiros · Dívida pública · Dívida soberana
Idioma
  1. Inglês
Em Série Latin America and the Caribbean Standardized Public Debt Databases
Cobertura Temporal 2006-2020
País
Argentina
Bahamas
Barbados
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Suriname
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
Região América Latina e Caribe
Publicador
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Autor
Grupo de Especialistas em Gestão da Dívida Pública da América Latina e do Caribe
Tipo de Coleta de Dados Dados Administrativos
Tipo Estatístico Dados em Painel
Estrutura dos Dados Dados Estruturados
Notas dos Dados

O que é este conjunto de dados?

A Base de Dados de Dívida Pública da América Latina e do Caribe (ALC) — Edição de dezembro de 2020 reúne dados padronizados e comparáveis sobre a dívida governamental de toda a região.
Elaborada pelo Grupo de Dívida da ALC e coordenada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), é a base de dados de dívida pública de referência na região e reforça a transparência e uma gestão fiscal sólida.

Por que esta base de dados foi criada?

Foi para reforçar a coordenação de políticas regionais que o Grupo de Dívida da ALC criou esta iniciativa, disponibilizando dados válidos, comparáveis e padronizados.
Dessa forma, formuladores de políticas, gestores de dívida e analistas conseguem avaliar a dívida governamental latino-americana (de 2020 em diante) com base em definições e metodologias harmonizadas.

Quais informações ela inclui?

Seus indicadores detalhados são elaborados com base nos relatórios oficiais dos Escritórios de Gestão da Dívida (DMOs) de 26 países da América Latina e do Caribe e abrangem:
- Níveis de dívida do governo central e dívida pública total
- Composição por moeda (interna ou externa)
- Tipo de credor (oficial, multilateral, comercial, etc.)
- Instrumentos de dívida e estruturas de vencimento
- Cronogramas de serviço da dívida e métricas de sustentabilidade

Como os dados são coletados e padronizados?

Em cada país, o Escritório de Gestão da Dívida (DMO) preenche um questionário harmonizado desenvolvido pelo Grupo de Dívida da ALC.
Com isso, garante-se que os valores informados sejam coerentes, comparáveis e fiéis a definições claras, objetivas e homogêneas de dívida pública.

Quais países estão incluídos?

Os dados de 2020 reúnem 26 países membros do Grupo de Dívida da ALC, distribuídos entre a América Latina e o Caribe:

América Latina:
Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela

Caribe:
Bahamas, Barbados, Belize, República Dominicana, Guiana, Jamaica, Suriname, Trinidad e Tobago

Qual é o período coberto?

A edição de dezembro de 2020 abrange estatísticas de dívida que vão até o fim de 2020 e, para a maioria dos países participantes, traz séries históricas que se estendem a anos anteriores.

Com que frequência a base de dados é atualizada?

A atualização da base de dados ocorre anualmente, assim que as DMOs dos países que integram o Grupo de Dívida da ALC encaminham novos envios e revisões.

Onde posso encontrar outras edições da Base de Dados de Dívida Pública?

Com periodicidade semestral, a Base de Dados de Dívida Pública do Grupo de Dívida da ALC disponibiliza dados comparáveis e padronizados sobre a dívida soberana na América Latina e no Caribe.
Cada edição traz as informações mais recentes prestadas pelos países participantes, permitindo acompanhar como a dívida governamental latino-americana evolui ao longo do tempo.

A seguir estão os links para todas as edições disponíveis no Portal de Dados Abertos do BID:

De uma edição para outra, mantêm-se estrutura, metodologia e definições de variáveis consistentes, o que assegura a comparabilidade.
Ao reunir várias edições, os pesquisadores conseguem montar uma série temporal contínua de dados de dívida pública e avaliar as tendências da dívida governamental latino-americana.

Quais são as limitações do conjunto de dados?

  • Em alguns países, a cobertura de dados de anos anteriores é restrita.
  • As normas de reporte da dívida podem variar ligeiramente entre as classificações nacionais e as internacionais.
  • A dívida privada e a subnacional ficam fora do escopo.

Como posso usar este conjunto de dados?

Com esses dados, é possível:
- Examinar como se compõe e se estrutura a dívida governamental da América Latina 2020
- Confrontar níveis de dívida e indicadores de sustentabilidade entre os 26 países da ALC
- Identificar vulnerabilidades fiscais e analisar as práticas de gestão da dívida pública
- Subsidiar a pesquisa regional, a análise macroeconômica e a avaliação de políticas

Onde posso acessar documentação adicional?

O pacote do conjunto de dados reúne:
- Uma base de dados em Excel com todos os dados por país
- Metadados e documentação metodológica que esclarecem as definições das variáveis
- Um guia em PDF que detalha o questionário e o processo de padronização

Quais são os níveis de dívida governamental no Brasil, México e Argentina em 2020?

O conjunto de dados apresenta, país a país, a relação dívida/PIB (produto interno bruto) e os valores de dívida bruta. Em 2020, Brasil, México e Argentina registraram cargas de dívida elevadas, em sintonia com as pressões fiscais decorrentes da pandemia.

A relação dívida/PIB da Argentina ficou entre as mais altas da região, ao passo que Brasil e México também apresentaram aumentos expressivos em relação a anos anteriores.

Qual é a comparação dos níveis de dívida da América Latina de 2019 em relação a 2020?

Em relação a 2019, os níveis de dívida dispararam em 2020. A crise da COVID-19 levou os governos a se endividar mais, elevando a dívida bruta e a relação dívida/PIB em quase todos os 26 países.

Qual é a tendência histórica da dívida pública latino-americana de 2010 a 2020?

Ao longo da década, os dados revelam uma trajetória de alta contínua das relações de dívida, com picos acentuados nas recessões globais e um salto expressivo em 2020 por causa da pandemia.

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