Assentamentos humanos e áreas urbanas na América Latina e no Caribe segundo o Grau de Urbanização (DEGURBA), 1975-2020
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/o35b2pu5 |
|---|---|
| Licença | Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Libertun de Duren, Nora Ruth, et al. (2026). Assentamentos humanos e áreas urbanas na América Latina e no Caribe segundo o Grau de Urbanização (DEGURBA), 1975-2020. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/o35b2pu5 |
| Data de publicação | 2026-10-19 |
| Data de modificação | 2026-10-19 |
| Tags/Palavras-Chave | Grau de Urbanização · Assentamentos humanos · Urbanização · Cidades · Classificação urbano-rural · Densidade populacional · Dados geoespaciais |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 1975-2020 |
| País |
Argentina
Bahamas
Barbados
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Suriname
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Libertun de Duren, Nora Ruth
Martin, Paloma
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Tipo Estatístico | Dados de Corte Transversal |
| Estrutura dos Dados | Dados Estruturados |
| Notas dos Dados |
Quais países e épocas são cobertos?26 países membros mutuários do BID; épocas 1975, 1980, 1985, 1990, 1995, 2000, 2005, 2010, 2015 e 2020. Quais arquivos estão incluídos?Para cada época, três tabelas (.xlsx) e a mesma informação como polígonos no formato GeoPackage (.gpkg): normal, sin_conurb e solo_conurb. O arquivo solo_conurb contém apenas polígonos transfronteiriços. Normal mantém as conurbações transfronteiriças como polígonos únicos e sin_conurb as divide por país. Quais variáveis o conjunto de dados contém?polygon_id (identificador único); GID_0 a GID_4 e NAME_0 a NAME_4 (códigos e nomes GADM das unidades administrativas intersectadas, níveis 0 a 4; várias unidades são unidas por "+"); name (todos os nomes de assentamentos encontrados no polígono); max_name (nome atribuído ao polígono); pop, pop_urban_center, pop_urban_cluster, pop_rural (população, habitantes); area_km2, area_urban_center_km2, area_urban_cluster_km2, area_rural_km2 (área, km²); density (habitantes/km²); in_amazon (yes/no: polígono localizado na região amazônica). A população total de cada polígono é medida pela variável pop. É a soma de pop_urban_center e pop_urban_cluster, exceto nos assentamentos amazônicos, onde pop_rural também é considerada. Como devem ser lidos os números de população e os nomes dos assentamentos?Os números de população são estimativas modeladas a partir de uma grade de população, e não contagens censitárias. As categorias de assentamento na região amazônica se baseiam em limiares calibrados e não são diretamente comparáveis às de fora dela. Os nomes dos assentamentos vêm do OpenStreetMap e do Azure Maps e podem estar incompletos; nomes precedidos por "Cerca de" identificam assentamentos sem nome, rotulados segundo a localidade nomeada mais próxima. Que atribuição se aplica?Contém informações do OpenStreetMap e seus colaboradores, disponíveis sob a Open Database License (ODbL); limites administrativos do GADM. Qual passo do Grau de Urbanização é aplicado?O conjunto de dados aplica o Passo 1 (classificação das células da grade) do Grau de Urbanização. O Passo 2 (classificação das unidades administrativas locais) não foi aplicado: as unidades administrativas da região são grandes e heterogêneas, e classificá-las sub-representaria os assentamentos de densidade alta e moderada localizados em unidades classificadas como rurais. Como a classificação se baseia em uma grade de população e não em unidades administrativas, cujo tamanho e forma variam muito na região, ela capta os assentamentos independentemente dos limites administrativos que atravessam, incluindo as conurbações transfronteiriças. Como os assentamentos foram identificados e nomeados?(1) As células da grade são classificadas pela densidade populacional e pela população total dos aglomerados de células contíguas. Fora da região amazônica, mantêm-se os limiares originais do DEGURBA (centro urbano: pelo menos 1.500 habitantes/km² e 50.000 habitantes; aglomerado urbano: pelo menos 300 habitantes/km² e 5.000 habitantes), e os assentamentos são mantidos a partir de 300 habitantes com pelo menos uma célula de 200 habitantes/km². Na região amazônica, o limiar de aglomerado rural foi reduzido para 150 habitantes/km² e 200–5.000 habitantes. (2) As células classificadas como rurais de baixa ou muito baixa densidade são removidas e as células adjacentes restantes (conectividade de oito vizinhos) são fundidas em polígonos, cuja população é somada. (3) Os polígonos são nomeados com os pontos de lugares do OpenStreetMap seguindo a hierarquia city > town > village > hamlet; os polígonos sem correspondência são nomeados por geocodificação reversa do Azure Maps e, na falta desta, segundo o assentamento nomeado mais próximo precedido por "Cerca de". Os polígonos transfronteiriços recebem o assentamento de maior hierarquia de cada país. (4) As áreas urbanas (pelo menos 5.000 habitantes) e as cidades (pelo menos 50.000 habitantes) são identificadas para cada época. Quais fontes de dados foram utilizadas?Global Human Settlement Layer (GHSL), Centro Comum de Pesquisa da Comissão Europeia – GHS-POP, GHS-BUILT e GHS-SMOD, R2023A; GADM, Database of Global Administrative Areas, versão 4.1; OpenStreetMap (© colaboradores do OpenStreetMap); Azure Maps (Microsoft). Qual é a referência metodológica?European Union/FAO/UN-Habitat/OECD/World Bank (2021). Applying the Degree of Urbanisation — A methodological manual to define cities, towns and rural areas for international comparisons, 2021 edition. doi:10.2785/706535. Sob qual licença é publicado?Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Como cito este conjunto de dados?Use a citação exibida nesta página, que traz o DOI do conjunto de dados. |