Dados de Replicação para: Análise do mercado de trabalho: Demanda por emprego, habilidades e necessidades de formação na Bolívia
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/da1x-sa03 |
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| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Urquidi, Manuel, et al. (2020). Dados de Replicação para: Análise do mercado de trabalho: Demanda por emprego, habilidades e necessidades de formação na Bolívia. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/da1x-sa03 |
| Data de publicação | 2020-10-30 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Demanda por mão de obra · Força de trabalho · Mercado de trabalho · Lacuna de habilidades · Necessidade de habilidades |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2015-2017 |
| País |
Bolívia
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Urquidi, Manuel
Ergueta, Amparo
Foronda, Carlos
Chumacero, Mauricio
Calvo, Gisele
Durand, Guillaume
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Estrutura dos Dados | Dados Semiestruturados |
| Notas dos Dados |
De que forma os donos de pequenas empresas contratam funcionários locais?Vias de contratação mais frequentes: parentes, amigos ou contatos conhecidos, 55,1%; rádio, 21,0%; jornais, 8,8%; institutos técnicos, 1,7%; outros métodos, 13,4%. Nas regiões metropolitanas (La Paz, Cochabamba, Santa Cruz), a combinação muda: mídia de massa (jornal/rádio/TV), 40%; redes familiares, 19%; bancos de dados da empresa, 15%; internet, 14%; agências de emprego privadas, 5%; recontratação de ex-estagiários, 3%; sindicatos, 2%; murais de emprego universitários, 2%. Preencher uma vaga leva 7 dias para trabalhadores não qualificados e 17 dias para os qualificados. A maior parte dos trabalhadores vem da própria comunidade ou município (78,4%); 13,5% de um município próximo do mesmo departamento; 7,1% de outro departamento; e apenas 1% do exterior. Quando dispensam a mão de obra local, os empregadores justificam por falta de conhecimento ou competências (48,8%), outros motivos (43,9%), alta migração de mão de obra qualificada (4,9%) e expectativas salariais altas demais (2,4%). O número médio de trabalhadores por empresa chega, nas cidades grandes, a 6 (pequena), 27 (média) e 209 (grande); nas cidades pequenas e intermediárias, a 5,76, 22,42 e 194,43, respectivamente. Que setores concentram a maior parte do emprego na Bolívia?Distribuição das empresas pesquisadas conforme a atividade principal: serviços, 42,5%; comércio, 27,6%; manufatura, 14,4%; agricultura, 10,2%; e outras atividades, 5,2%. Quão difundidos estão os programas de estágio e as oportunidades de nível inicial?76% das empresas contam com um programa de estágio definido. Apenas 12,1% já haviam vinculado estagiários e 33,96% os recebem atualmente; 9,1% planejam converter um estagiário em funcionário permanente, ao passo que 44,19% pretendem receber estagiários no ano seguinte. Por quais caminhos os bolivianos conseguem emprego?O boca a boca de parentes, amigos e conhecidos manda em todas as regiões e tipos de empresa. A agricultura é a que mais se apoia nessas redes pessoais, em até 80% dos casos, enquanto serviços, comércio e manufatura combinam mais opções: rádio, jornais, internet e agências. Ainda assim, em muitas áreas as redes pessoais somadas ao rádio respondem por mais de 70% das contratações. Em média, quanto tempo leva para preencher uma vaga?Preencher um cargo qualificado leva, em média, 10 dias a mais do que um não qualificado. Entre os cargos qualificados, a espera é mais longa na agricultura (30 dias), seguida do comércio e dos serviços (21 dias cada) e, por fim, da manufatura (12 dias). Qual é a origem geográfica dos trabalhadores na Bolívia?Em praticamente todas as regiões e setores predomina a contratação local: mais de 75% dos trabalhadores vêm da própria comunidade, e a contratação de estrangeiros é marginal (≤1%). Que motivos levam a NÃO contratar mão de obra local?O obstáculo que mais se repete em todo o país é a falta de competências adequadas. Os demais motivos mudam conforme a região: nas zonas dos Vales pesa sobretudo a forte migração de trabalhadores qualificados; as questões salariais aparecem apenas em uma minoria de casos; e com frequência mencionam-se outras razões de ordem logística, cultural ou de adequação à organização. |