Dados de Replicação para: Informe MERCOSUL Nº 20 (2014-2015)
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/zw5ygfi9 |
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| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Banco Interamericano de Desenvolvimento (2016). Dados de Replicação para: Informe MERCOSUL Nº 20 (2014-2015). Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/zw5ygfi9 |
| Data de publicação | 2016-01-28 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Comércio internacional · MERCOSUL |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2014-2015 |
| País |
Argentina
Bolívia
Brasil
Porto Rico
Venezuela
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Estrutura dos Dados | Dados Semiestruturados |
| Notas dos Dados |
Quais indicadores econômicos este conjunto de dados contempla?Reúne fluxos de comércio, dados de investimento, indicadores macroeconômicos e medidas associadas a políticas públicas, registrados nos países do MERCOSUR ao longo de 2014–2015. Quais países estão incluídos no conjunto de dados do MERCOSUR?Contempla Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela, somando algumas comparações com parceiros extrarregionais, como a China. Como o conjunto de dados se relaciona com a densidade populacional urbana e os serviços municipais?Ainda que seu foco principal sejam os fluxos macroeconômicos, comerciais e de investimento, o conjunto de dados ajuda a contextualizar pesquisas sobre a densidade populacional urbana e a prestação de serviços municipais, ao relacionar as condições macroeconômicas aos desafios do desenvolvimento local. Este conjunto de dados pode ajudar a analisar o crescimento urbano e os gastos municipais?Sim. Os dados de finanças públicas e de gastos reunidos no relatório permitem que os pesquisadores investiguem a relação entre o crescimento urbano e os gastos municipais, sobretudo no âmbito das políticas de desenvolvimento do MERCOSUR. O conjunto de dados fornece evidências de economias de escala na prestação de serviços públicos urbanos?Embora não tenha sido elaborado para análises de âmbito municipal, o conjunto de dados complementa estudos sobre evidências de economias de escala na prestação de serviços públicos urbanos, ao situar as tendências fiscais nacionais e seu efeito sobre a eficiência dos governos locais. Qual período o conjunto de dados abrange?Abrange o período de julho de 2014 a julho de 2015, conforme analisado no Relatório MERCOSUR N.º 20; alguns indicadores recorrem a séries históricas mais longas para dar contexto. Qual é a conexão entre este conjunto de dados e a relação do MERCOSUR com a China?O relatório reserva um capítulo especial ao comércio e ao investimento entre os países do MERCOSUR e a China, e o conjunto de dados traz os números que sustentam essa análise. Como formuladores de políticas e pesquisadores podem usar este conjunto de dados?Trata-se de um recurso valioso para examinar os padrões de comércio, a situação fiscal e os contextos macroeconômicos em todo o MERCOSUR, com desdobramentos mais amplos para a infraestrutura, os serviços urbanos e o desenvolvimento. Como a integração econômica é medida no Mercado Comum do Sul?A integração é medida a partir dos fluxos de comércio dentro do bloco, dos limites do regime de origem (conteúdo máximo de insumos importados) e das exceções à Tarifa Externa Comum (TEC). Por exemplo, o regime original do Uruguai admitia até 50% de insumos importados até 2021 e depois o reduziu para 40% em 2023, o que evidencia uma harmonização gradual. Quais são os dados históricos sobre a participação do comércio intrarregional do MERCOSUR?O relatório acompanha a intensidade do comércio dentro do bloco por país e por setor. Entre 2010 e 2014, as exportações do Brasil para seus parceiros do MERCOSUR oscilaram: os produtos manufaturados predominaram, embora com altos e baixos por causa dos choques macroeconômicos. As participações do Paraguai e do Uruguai foram menores, porém mais estáveis. Qual é o impacto da volatilidade macroeconômica na integração do MERCOSUR?O conjunto de dados destaca a variação do produto interno bruto (PIB) e os saldos em conta corrente. O crescimento do PIB da Argentina recuou de +8,9% em 2010–2011 para -0,2% em 2012, afetando diretamente a estabilidade do comércio. A oscilação no valor das exportações do Brasil para a China (de US$ 30,8 bilhões em 2010 para US$ 40,6 bilhões em 2014) também repercutiu na coesão interna do bloco. O que é o conjunto de dados do cronograma da Tarifa Externa Comum (TEC) do MERCOSUR?Nele se documentam as exceções à TEC e as regras de origem. O Paraguai manteve um conteúdo máximo de insumos importados de 60% até 2025, enquanto o Uruguai reduziu seu limite para 40% em 2023. Essas diferenças mostram como os cronogramas e as exceções da TEC variam de um Estado membro para outro. Por que o comércio intrabloco no Mercosul oscilou em comparação com o bloco da ASEAN?Os dados revelam que a volatilidade do comércio dentro do bloco decorre da instabilidade macroeconômica. Por exemplo, as exportações da Argentina para a China caíram de US$ 6,2 bilhões em 2011 para US$ 4,4 bilhões em 2014, reflexo de choques de demanda externa. Não há comparação com a ASEAN, mas a forte dependência do MERCOSUR em relação às commodities explica essa maior volatilidade. Quais são as principais barreiras institucionais para um mercado único pleno no Mercosul?Os dados evidenciam as disparidades entre os regimes de origem e as exceções à TEC. A diversidade de limites para o conteúdo de insumos importados (40–60%) e de datas de expiração (2021–2025) revela uma fragmentação institucional que impede um mercado único plenamente harmonizado. Como se comparam as taxas de crescimento do PIB e a correlação da inflação entre os Estados membros do Mercosul?O conjunto de dados apresenta a variação do produto interno bruto (PIB). O crescimento do PIB da Argentina foi de +8,9% em 2010–2011 e caiu para -0,2% em 2012. As exportações do Brasil para a China subiram fortemente em 2011 (+44% na comparação anual) e recuaram em 2012 (-7%). A correlação da inflação não consta diretamente. Qual é o resumo e os principais achados do boletim estatístico N.º 20 do Mercosul?O relatório analisa o cenário macroeconômico e os fluxos de comércio do biênio 2014–2015. Entre os principais achados estão a volatilidade do PIB da Argentina, o salto das exportações do Brasil para a China em 2011, seguido de contração em 2012, e os ajustes do regime de origem da TEC nos diferentes Estados membros. Por que o Mercosul N.º 20 foi publicado e quais indicadores ele mede?O boletim foi publicado para colocar à disposição dos formuladores de políticas indicadores macroeconômicos e comerciais atualizados. Ele mede a variação do PIB, os saldos em conta corrente, os fluxos de comércio dentro do bloco, os regimes de origem da TEC e o comércio bilateral com a China. Quais são os metadados e a metodologia do Mercosul N.º 20 (variáveis, unidades, datas de coleta)?O conjunto de dados abrange variáveis como a variação do PIB (%), os valores de exportação e importação (em milhões de USD) e os limites do regime de origem (% de insumos importados). Suas fontes são BID-INTAL e UNCOMTRADE, com cobertura de 2010 a 2014 e desagregação por país. Como interpretar os nomes das colunas e os códigos no Mercosul N.º 20 (códigos SH, códigos de país)?As colunas reúnem indicadores (por exemplo, “Exportaciones (mill. de U$S)”), subindicadores (por exemplo, “Var i.a, %”), o nome do país, o ano e os campos de valor. Os códigos SH aparecem nas tabelas de exceções à TEC, ao passo que os códigos de país seguem as convenções de nomenclatura ISO padrão. Quais são as discrepâncias e a reconciliação dos dados comerciais do Mercosul N.º 20 em relação ao UN Comtrade para o mesmo período?O conjunto de dados esclarece que os dados comerciais da Venezuela com a China provêm do UNCOMTRADE, ao passo que os da Argentina e do Brasil se apoiam no BID-INTAL. As diferenças decorrem dos padrões de relato, mas é possível reconciliá-las alinhando as unidades e as datas de coleta. |