Indicadores DigiLAC: Dados de banda larga e desenvolvimento digital para a América Latina e o Caribe
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/iinbh051 |
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| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Banco Interamericano de Desenvolvimento (2019). Indicadores DigiLAC: Dados de banda larga e desenvolvimento digital para a América Latina e o Caribe. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/iinbh051 |
| Data de publicação | 2019-07-16 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Banda larga · Infraestrutura digital · Telecomunicações |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2012-2021 |
| País |
Argentina
Austrália
Letônia
Lituânia
Guiana
Luxemburgo
Barbados
México
Estônia
Nova Zelândia
Nicarágua
Noruega
Indonésia
Panamá
Colômbia
Paraguai
Haiti
Peru
Polônia
Portugal
Rússia
Áustria
Bélgica
Irlanda
Eslováquia
Eslovênia
África do Sul
Coreia do Sul
Chile
Costa Rica
Espanha
Suriname
Suécia
Suíça
El Salvador
Finlândia
Países Baixos
Trinidad e Tobago
Belize
Turquia
Honduras
Reino Unido
Estados Unidos
Tchéquia
Uruguai
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Bolívia
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Brasil
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Dinamarca
Hungria
República Dominicana
Equador
Alemanha
Itália
Grécia
Guatemala
Islândia
Bahamas
Índia
Jamaica
China
Japão
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Administrativos |
| Tipo Estatístico | Dados em Painel |
| Estrutura dos Dados | Dados Estruturados |
| Unidade de Observação do Conjunto de Dados |
Indicador-País-Ano |
| Notas dos Dados |
Como o DigiLAC torna o fluxo de trabalho mais eficiente?Ao concentrar em um único recurso de fácil acesso os indicadores de banda larga, os mapas de infraestrutura e as métricas da divisão digital, a plataforma poupa tempo de formuladores de políticas e analistas. Como está a penetração da banda larga na América Latina?Os indicadores do DigiLAC mostram que a penetração da banda larga na América Latina ainda é desigual. Em 2021, as assinaturas de banda larga fixa giravam em torno de 15 a 20 por 100 habitantes, enquanto a banda larga móvel passava de 80 por 100 habitantes. Países como Chile e Uruguai puxam a fila na adoção do serviço fixo, ao passo que as nações da América Central ficam para trás. Quais são as taxas de adoção de banda larga entre os países da América Latina?Segundo o DigiLAC, Brasil, México e Argentina reúnem o maior número absoluto de usuários de banda larga, ainda que as taxas de penetração variem bastante. Chile e Uruguai registram mais de 30 por 100 habitantes, ao passo que Honduras e Nicarágua não chegam a 10 por 100 habitantes. Que diferença há entre o acesso à banda larga nas áreas urbanas e rurais da América Latina?O conjunto de dados evidencia uma divisão urbano-rural que não recua. Um domicílio urbano tem até 3 vezes mais chance de contar com banda larga fixa do que um domicílio rural. No campo, a banda larga móvel costuma ser a única saída, com pontos sem cobertura em regiões montanhosas e amazônicas. Por que a banda larga chega muito menos a alguns países da América Latina?Os indicadores do DigiLAC apontam três fatores decisivos: os custos de infraestrutura, as barreiras regulatórias e a acessibilidade financeira. Nos países de menor renda, contratar um plano de 100 Mbps pode custar mais de 10% do salário mínimo mensal, ante menos de 2% em economias de renda mais alta, como o Chile. O que distingue a penetração da banda larga fixa da móvel na América Latina?A banda larga móvel sai na frente: em 2021, sua penetração chegou a 80 a 90 assinaturas por 100 habitantes, enquanto a fixa ficou abaixo de 20 por 100 habitantes na maioria dos países. Isso mostra o quanto a conectividade depende das redes móveis. Quais são as taxas de penetração de banda larga em Brasil, México e Argentina, e o que explica cada caso?
Quais tecnologias de banda larga predominam na América Latina e como mudam de um país para outro?Conforme o DigiLAC, a fibra até a casa (FTTH) cresce rapidamente no Chile, no Brasil e na Colômbia. O DSL ainda é comum na América Central, enquanto a banda larga via satélite é decisiva para áreas remotas do Peru e da bacia amazônica. Que medidas os governos da América Latina podem adotar para ampliar a banda larga?O conjunto de dados ressalta o peso das parcerias público-privadas (PPPs), dos subsídios para domicílios de baixa renda e das reformas regulatórias que reduzem as barreiras de entrada para os pequenos provedores de internet (ISPs). Entre os casos bem-sucedidos estão o programa de “zonas brancas” do Chile e o “Internet para Todos” do México. Que penetração de banda larga se projeta e o que se espera da chegada do 5G à América Latina?No horizonte de 2030, as projeções do DigiLAC indicam que a penetração da banda larga fixa poderia alcançar 30 a 35 por 100 habitantes, enquanto a banda larga móvel 5G levaria a cobertura a mais de 90% da população, encurtando a diferença entre campo e cidade. |