Dados de Replicação para: Recursos crescentes para cidades em crescimento: densidade e o custo dos serviços públicos municipais no Brasil, Chile e México
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/kyqvaojp |
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| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Libertun de Duren, Nora Ruth, et al. (2016). Dados de Replicação para: Recursos crescentes para cidades em crescimento: densidade e o custo dos serviços públicos municipais no Brasil, Chile e México. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/kyqvaojp |
| Data de publicação | 2016-03-18 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Cidades · Gestão municipal · Gastos municipais · Serviços públicos · Densidade populacional urbana |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2000-2010 |
| País |
Brasil
Chile
México
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Libertun de Duren, Nora Ruth
Guerrero Compeán, Roberto
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Tipo Estatístico | Dados em Painel |
| Estrutura dos Dados | Dados Estruturados |
| Notas dos Dados |
Quais países e municípios estão incluídos neste conjunto de dados?Abrange a totalidade dos municípios do Brasil, Chile e México, tanto as grandes áreas metropolitanas quanto as localidades de menor porte. Quais anos são abrangidos pelo conjunto de dados?Contempla duas rodadas censitárias, as de 2000 e 2010, o que permite contrastar a evolução ao longo de uma década. Quais tipos de serviços municipais são abrangidos?Inclui indicadores de cobertura de água, esgoto e coleta de lixo, além de outras medidas relevantes de serviços públicos. Posso analisar a densidade populacional urbana e a prestação de serviços municipais?Sim. Combinando os indicadores de população, área e cobertura de serviços que oferece, é possível estudar a densidade populacional urbana e os resultados dos serviços municipais. O conjunto de dados permite analisar o crescimento urbano e as despesas municipais?Sim. Ao cruzar a variação da população com os dados orçamentários de cada município, quem pesquisa pode avaliar o vínculo entre o crescimento urbano e as despesas municipais ao longo do tempo. Há evidências de economias de escala na prestação de serviços públicos urbanos?Sua estrutura permite testar a existência de economias de escala na oferta de serviços públicos urbanos, comparando custos e eficiência entre municípios de tamanhos diferentes. O conjunto de dados inclui informações geográficas ou espaciais?Sim. A maioria dos municípios conta com coordenadas geográficas, o que abre caminho para a análise espacial dos serviços e das despesas urbanos. Quais indicadores socioeconômicos estão incluídos?Além da cobertura de serviços, reúne medidas como o índice de preços ao consumidor (IPC), as projeções populacionais e diversos indicadores de densidade, que enriquecem uma análise municipal mais ampla. Posso comparar áreas metropolitanas com municípios rurais?Sim. O conjunto de dados sinaliza se cada município integra uma área metropolitana, é capital estadual ou é considerado cidade primaz, o que viabiliza comparações urbano-rurais e por hierarquia. Como formuladores de políticas e pesquisadores podem usar este conjunto de dados?Esses dados alimentam pesquisas sobre infraestrutura urbana, política fiscal, eficiência na prestação de serviços públicos e equidade no acesso aos serviços municipais, e respaldam o desenho de políticas na América Latina. Como o aumento da população urbana afeta os orçamentos municipais?Os dados sugerem que uma população urbana maior costuma vir acompanhada de orçamentos municipais mais amplos, ainda que sem uma correspondência exata de um para um. O arquivo reúne, para cada município do Brasil, Chile e México em 2000 e 2010, a população, as despesas municipais, a receita municipal e os gastos com serviços públicos. Nestes dados, os municípios mais populosos apresentam, em geral, despesas e receitas totais mais altas, além de gasto mais elevado em serviços como água, saneamento, coleta de lixo, eletricidade e conservação de áreas verdes. Ao mesmo tempo, o vínculo mostra-se sublinear, e não estritamente proporcional. Em termos práticos, os orçamentos tendem a crescer à medida que a população aumenta, mas não exatamente no mesmo ritmo. Isso é coerente com a presença de certas economias de escala na prestação dos serviços. Considerando apenas este arquivo, o mais prudente é concluir que o aumento da população urbana tende a ampliar os orçamentos municipais e o gasto em serviços, ao mesmo tempo em que transforma a magnitude e a composição das demandas fiscais locais. Qual é a relação entre a expansão urbana desordenada e os custos do governo local?O conjunto de dados responde apenas em parte a essa pergunta. Não define nem rotula de maneira expressa a “expansão urbana desordenada”, mas oferece variáveis que podem funcionar como aproximações da forma urbana: a densidade populacional, a densidade urbana, a proporção de área urbana e o crescimento da densidade urbana coberta. Também reúne o gasto municipal total e o gasto municipal em serviços públicos. Com base nesses campos, os dados sustentam uma conclusão cautelosa: a forma espacial guarda relação com os custos do governo local. Os municípios com diferentes densidades e perfis de cobertura urbana exibem padrões de gasto distintos, sobretudo nos serviços públicos. Entretanto, como o arquivo não mede a expansão de forma direta — por padrões de zoneamento, ampliação da malha viária, urbanização em "salto de sapo" ou distâncias de extensão dos serviços —, ele se apoia em uma relação por aproximação, e não em um modelo completo de custos da expansão urbana. Quais são os modelos econométricos de elasticidade das despesas municipais?O conjunto de dados serve de base para uma análise econométrica elementar da elasticidade das despesas municipais, mas não traz um modelo já elaborado. Como reúne, em escala municipal, despesas, receitas, população, densidade e medidas de urbanização, permite estimar a elasticidade do gasto em relação à população ou à forma urbana. Um uso razoável seria um modelo log‑log no qual as despesas municipais são regredidas sobre a população, com controles opcionais para densidade, proporção de área urbana, país e ano. Com os campos do arquivo, o padrão geral é que as despesas crescem com a população, embora não de forma proporcional. Em uma leitura simples, isso supõe uma elasticidade do gasto inferior a 1. No entanto, o próprio conjunto de dados não fornece uma especificação de modelo publicada, uma estratégia de identificação causal nem um marco de robustez; por isso, ele viabiliza a estimação mais do que entrega uma resposta econométrica acabada. |