Dados de Replicação para: Um espaço para o desenvolvimento: Os mercados de habitação na América Latina e no Caribe
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/ooag3635 |
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| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Produto de Conhecimento Relacionado | |
| Citação |
Banco Interamericano de Desenvolvimento (2015). Dados de Replicação para: Um espaço para o desenvolvimento: Os mercados de habitação na América Latina e no Caribe. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/ooag3635 |
| Data de publicação | 2015-01-30 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Comunidade Andina de Nações · Países do Caribe · América Central · Desenvolvimento · Habitação · Mercados Habitacionais · ALC · ALC-7 |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 1990-2013 |
| País |
Argentina
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Honduras
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Uruguai
Venezuela
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Tipo Estatístico | Dados em Painel |
| Estrutura dos Dados | Dados Estruturados |
| Notas dos Dados |
Que métricas principais permitem medir a saúde do mercado imobiliário?O conjunto de dados acompanha os índices de acessibilidade (preço do imóvel em relação à renda), os déficits habitacionais, os tipos de posse (propriedade ou aluguel) e os indicadores de oferta de habitação urbana. Em conjunto, essas métricas servem de referência para avaliar a situação do mercado imobiliário nos países da América Latina. Quais são as estatísticas atuais de déficit habitacional na América Latina por país?O conjunto de dados reúne números do déficit habitacional em nível nacional. Bolívia e Nicarágua, por exemplo, registram déficits relativos mais elevados do que Chile ou Uruguai, o que evidencia uma oferta de habitação desigual ao longo da região. Por que a acessibilidade da habitação vem caindo nos centros urbanos da América Latina?Os dados revelam que a urbanização acelerada e a disparada dos preços dos imóveis avançam mais rápido do que a renda. Os índices de acessibilidade se deterioram nas grandes capitais, onde o preço mediano dos imóveis subiu acima dos salários, o que corrói a acessibilidade. Quais políticas de habitação social e subsídios públicos são adotados para ampliar o acesso à habitação acessível na América Latina?O conjunto de dados documenta a cobertura de subsídios e o estoque de habitação social. Destacam-se, por exemplo, o sistema de vouchers do Chile e o programa INFONAVIT do México, apresentados como dois caminhos distintos para ampliar o acesso à habitação acessível. De que forma as taxas de urbanização influenciam a demanda por habitação e a escassez na América Latina?O conjunto de dados relaciona as tendências de urbanização com a escassez de habitação. A migração acelerada para as cidades eleva a demanda e muitas vezes supera a oferta formal de habitação, alimentando os assentamentos informais. O que as estatísticas revelam sobre a habitação formal e informal nas cidades da América Latina?A presença da habitação informal é um indicador central. O conjunto de dados mede a incidência de favelas, a superlotação e a insegurança de posse, evidenciando que a habitação informal continua comum em países como Brasil e Colômbia. Que métricas principais servem para avaliar a acessibilidade da habitação nas capitais da América Latina?A acessibilidade é avaliada por meio dos índices de preço/renda, aluguel/renda e renda residual. Esses indicadores apontam tensão quando os gastos com habitação ultrapassam de 30% a 40% da renda domiciliar. Que peso a habitação informal exerce sobre os indicadores habitacionais oficiais no Brasil e na Colômbia?Uma alta proporção de habitação informal distorce as estatísticas oficiais de habitação. O conjunto de dados alerta que cortiços e favelas costumam ser subcontabilizados, o que subestima tanto os déficits habitacionais quanto os desafios de acessibilidade. Quais são as principais diferenças entre o sistema de vouchers habitacionais do Chile e o modelo de financiamento hipotecário atrelado à folha de pagamento do INFONAVIT do México?O modelo chileno concede subsídios diretos do lado da demanda (vouchers), ao passo que o INFONAVIT do México atua por meio de financiamento hipotecário atrelado à folha de pagamento. O conjunto de dados apresenta os dois como abordagens contrastantes para ampliar o acesso. Que indicadores habitacionais são empregados na América Latina e como são definidos e mensurados?O conjunto de dados especifica indicadores como acessibilidade (índice preço/renda), posse (propriedade ou aluguel), superlotação (pessoas por cômodo), qualidade da habitação (acesso a serviços) e prevalência de favelas. Todos são padronizados entre os países para viabilizar a comparação. Como evoluiu a acessibilidade da habitação na América Latina desde 2000?O conjunto de dados aponta uma deterioração da acessibilidade nos centros urbanos de crescimento acelerado, onde o custo da habitação sobe mais rápido do que a renda. Países com programas de subsídio mais sólidos (p. ex., Chile) tendem a alcançar resultados comparativamente melhores. Por que os assentamentos informais costumam ser subcontabilizados nos indicadores e nas pesquisas habitacionais da América Latina?As metodologias de pesquisa e censo tendem a excluir ou subamostrar os assentamentos informais. O conjunto de dados aponta essa limitação, que resulta na subestimação dos déficits habitacionais. Quais são os indicadores essenciais de política habitacional para a América Latina?O conjunto de dados incorpora o estoque de habitação social, a cobertura de subsídios, a penetração hipotecária e as taxas de regularização da posse. Esses indicadores permitem medir a eficácia das políticas entre os diferentes países. Em quais fontes vale a pena se apoiar para reunir indicadores habitacionais confiáveis na América Latina?O conjunto de dados combina dados censitários, pesquisas domiciliares nacionais e registros administrativos. Ele ressalta as dificuldades de harmonização entre os países, decorrentes de definições divergentes de qualidade e acessibilidade da habitação. |