Dados de Replicação para: Um espaço para o desenvolvimento: Os mercados de habitação na América Latina e no Caribe

Por Department of Research and Chief Economist (VPS/RES/RES)

Este conjunto de dados nasceu como subsídio ao relatório Desenvolvimento nas Américas (DIA) de 2012 – Um espaço para o desenvolvimento: os mercados imobiliários na América Latina e no Caribe. A proposta é oferecer uma base para examinar os indicadores do mercado imobiliário da região, com atenção especial à habitação urbana e à evolução das tendências de longo prazo.

Ele reúne indicadores habitacionais essenciais, que viabilizam comparações entre países e embasam a análise de políticas. É bastante útil para quem pesquisa os indicadores habitacionais na América Latina, pois alimenta estudos sobre acessibilidade, acesso e demanda.

Ao se conectar com a linha temática do DIA, o conjunto de dados também reforça iniciativas mais amplas de análise dos preços da habitação na América Latina e ajuda pesquisadores e formuladores de políticas a entender melhor como funcionam os mercados imobiliários.

Nota: A publicação relacionada está disponível somente em espanhol.

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Metadados e uso

Identificador https://doi.org/10.60966/ooag3635
Licença Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO
Produto de Conhecimento Relacionado
Citação

Banco Interamericano de Desenvolvimento (2015). Dados de Replicação para: Um espaço para o desenvolvimento: Os mercados de habitação na América Latina e no Caribe. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/ooag3635

Data de publicação 2015-01-30
Data de modificação 2026-08-26
Tags/Palavras-Chave Comunidade Andina de Nações · Países do Caribe · América Central · Desenvolvimento · Habitação · Mercados Habitacionais · ALC · ALC-7
Idioma
  1. Espanhol
Cobertura Temporal 1990-2013
País
Argentina
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Honduras
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Uruguai
Venezuela
Região América Latina e Caribe
Publicador
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Autor
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Tipo de Coleta de Dados Dados Observacionais
Tipo Estatístico Dados em Painel
Estrutura dos Dados Dados Estruturados
Notas dos Dados

Que métricas principais permitem medir a saúde do mercado imobiliário?

O conjunto de dados acompanha os índices de acessibilidade (preço do imóvel em relação à renda), os déficits habitacionais, os tipos de posse (propriedade ou aluguel) e os indicadores de oferta de habitação urbana. Em conjunto, essas métricas servem de referência para avaliar a situação do mercado imobiliário nos países da América Latina.

Quais são as estatísticas atuais de déficit habitacional na América Latina por país?

O conjunto de dados reúne números do déficit habitacional em nível nacional. Bolívia e Nicarágua, por exemplo, registram déficits relativos mais elevados do que Chile ou Uruguai, o que evidencia uma oferta de habitação desigual ao longo da região.

Por que a acessibilidade da habitação vem caindo nos centros urbanos da América Latina?

Os dados revelam que a urbanização acelerada e a disparada dos preços dos imóveis avançam mais rápido do que a renda. Os índices de acessibilidade se deterioram nas grandes capitais, onde o preço mediano dos imóveis subiu acima dos salários, o que corrói a acessibilidade.

Quais políticas de habitação social e subsídios públicos são adotados para ampliar o acesso à habitação acessível na América Latina?

O conjunto de dados documenta a cobertura de subsídios e o estoque de habitação social. Destacam-se, por exemplo, o sistema de vouchers do Chile e o programa INFONAVIT do México, apresentados como dois caminhos distintos para ampliar o acesso à habitação acessível.

De que forma as taxas de urbanização influenciam a demanda por habitação e a escassez na América Latina?

O conjunto de dados relaciona as tendências de urbanização com a escassez de habitação. A migração acelerada para as cidades eleva a demanda e muitas vezes supera a oferta formal de habitação, alimentando os assentamentos informais.

O que as estatísticas revelam sobre a habitação formal e informal nas cidades da América Latina?

A presença da habitação informal é um indicador central. O conjunto de dados mede a incidência de favelas, a superlotação e a insegurança de posse, evidenciando que a habitação informal continua comum em países como Brasil e Colômbia.

Que métricas principais servem para avaliar a acessibilidade da habitação nas capitais da América Latina?

A acessibilidade é avaliada por meio dos índices de preço/renda, aluguel/renda e renda residual. Esses indicadores apontam tensão quando os gastos com habitação ultrapassam de 30% a 40% da renda domiciliar.

Que peso a habitação informal exerce sobre os indicadores habitacionais oficiais no Brasil e na Colômbia?

Uma alta proporção de habitação informal distorce as estatísticas oficiais de habitação. O conjunto de dados alerta que cortiços e favelas costumam ser subcontabilizados, o que subestima tanto os déficits habitacionais quanto os desafios de acessibilidade.

Quais são as principais diferenças entre o sistema de vouchers habitacionais do Chile e o modelo de financiamento hipotecário atrelado à folha de pagamento do INFONAVIT do México?

O modelo chileno concede subsídios diretos do lado da demanda (vouchers), ao passo que o INFONAVIT do México atua por meio de financiamento hipotecário atrelado à folha de pagamento. O conjunto de dados apresenta os dois como abordagens contrastantes para ampliar o acesso.

Que indicadores habitacionais são empregados na América Latina e como são definidos e mensurados?

O conjunto de dados especifica indicadores como acessibilidade (índice preço/renda), posse (propriedade ou aluguel), superlotação (pessoas por cômodo), qualidade da habitação (acesso a serviços) e prevalência de favelas. Todos são padronizados entre os países para viabilizar a comparação.

Como evoluiu a acessibilidade da habitação na América Latina desde 2000?

O conjunto de dados aponta uma deterioração da acessibilidade nos centros urbanos de crescimento acelerado, onde o custo da habitação sobe mais rápido do que a renda. Países com programas de subsídio mais sólidos (p. ex., Chile) tendem a alcançar resultados comparativamente melhores.

Por que os assentamentos informais costumam ser subcontabilizados nos indicadores e nas pesquisas habitacionais da América Latina?

As metodologias de pesquisa e censo tendem a excluir ou subamostrar os assentamentos informais. O conjunto de dados aponta essa limitação, que resulta na subestimação dos déficits habitacionais.

Quais são os indicadores essenciais de política habitacional para a América Latina?

O conjunto de dados incorpora o estoque de habitação social, a cobertura de subsídios, a penetração hipotecária e as taxas de regularização da posse. Esses indicadores permitem medir a eficácia das políticas entre os diferentes países.

Em quais fontes vale a pena se apoiar para reunir indicadores habitacionais confiáveis na América Latina?

O conjunto de dados combina dados censitários, pesquisas domiciliares nacionais e registros administrativos. Ele ressalta as dificuldades de harmonização entre os países, decorrentes de definições divergentes de qualidade e acessibilidade da habitação.

Arquivos do conjunto de dados

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