Dados associados a: Viver com Dívida: Como Limitar os Riscos do Financiamento Soberano? - IPES 2007

Por Department of Research and Chief Economist (VPS/RES/RES)

Concebido como base empírica do relatório IPES 2007: Viver com a dívida – Como limitar os riscos das finanças soberanas?, este conjunto de dados reúne um leque abrangente de indicadores de macroeconomia, progresso social e finanças públicas.

Sua relevância sobressai na análise da trajetória do endividamento na região e dos riscos característicos da dívida soberana em economias emergentes. Ao articular variáveis econômicas e sociais, pesquisadores e formuladores de políticas conseguem aferir o quanto o endividamento público é sustentável e quais são seus desdobramentos para o desenvolvimento como um todo.

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Metadados e uso

Identificador https://doi.org/10.60966/co4t7r2x
Licença Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO
Citação

Banco Interamericano de Desenvolvimento (2015). Dados associados a: Viver com Dívida: Como Limitar os Riscos do Financiamento Soberano? - IPES 2007. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/co4t7r2x

Data de publicação 2015-01-30
Data de modificação 2026-07-15
Tags/Palavras-Chave Países do Caribe · América Central · Macroeconomia · Progresso social · Países do Cone Sul · Dívida soberana
Idioma
  1. Espanhol
Cobertura Temporal 1980-2013
País
Argentina
Bahamas
Barbados
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Suriname
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
Região América Latina e Caribe
Publicador
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Autor
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Tipo de Coleta de Dados Dados Observacionais
Tipo Estatístico Dados em Painel
Estrutura dos Dados Dados Estruturados
Notas dos Dados

Que informações este conjunto de dados reúne?

Traz variáveis macroeconômicas e de endividamento, como o resultado primário, a relação dívida/PIB e o resultado fiscal. Foi pensado com um objetivo claro: analisar os riscos do endividamento soberano na América Latina.

Quais países são contemplados?

Contempla um amplo grupo de economias da região, o que possibilita confrontar os níveis de dívida latino-americana e o desempenho fiscal entre os diferentes países.

Que período de tempo os dados cobrem?

A série percorre várias décadas: tem início nos anos 1980 e segue até o começo da década de 2000, o que viabiliza o estudo de tendências de longo prazo.

O que este conjunto de dados acrescenta ao estudo da dívida soberana em mercados emergentes?

É de grande valia para entender os desafios da dívida soberana dos mercados emergentes: a solidez das contas públicas, os riscos do endividamento e a vulnerabilidade diante de choques externos.

Dá para comparar a evolução da dívida latino-americana entre os países?

Sim. Como estão organizados por país e por ano, os dados permitem acompanhar a dinâmica da dívida latino-americana e cotejá-la entre economias de tamanhos e graus de desenvolvimento distintos.

De onde vêm os dados reunidos?

Os indicadores apoiam-se em fontes idôneas, com destaque para o Latin Macro Watch do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e outras bases internacionais de dados financeiros, o que assegura coerência e comparabilidade.

Que uso pesquisadores e formuladores de políticas podem fazer dele?

Disponibiliza subsídios para ponderar os riscos das finanças soberanas, formular regras fiscais e dimensionar a sustentabilidade da dívida. Serve, ainda, de insumo à pesquisa — regional e global — sobre a dívida soberana em economias emergentes.

Há ligação com o relatório IPES de 2007?

Sim. Surgiu como apoio ao relatório IPES de 2007 “Viver com a dívida: como limitar os riscos das finanças soberanas?” e reúne os dados de base que fundamentaram aquela análise.

Como a dívida externa total da América Latina se compara hoje com a dívida interna?

Dentro da dívida soberana da América Latina, as notas do conjunto separam a parcela externa (em moeda estrangeira) da parcela interna. O IPES 2007 ressaltou que o componente externo se mostrara historicamente mais instável e arriscado, ao passo que o interno ganhou peso a partir dos anos 1990, conforme os países desenvolviam seus mercados de capitais locais.

Como evoluem a dívida do setor público e a do setor privado na América Latina?

O recorte abrange apenas a dívida soberana (pública), deixando de fora a do setor privado. No tocante à dívida pública, os níveis subiram desde a crise dos anos 1980 até o início da década de 2000 e se estabilizaram depois das reformas.

Como contrastar a "Década Perdida" dos anos 1980 com os níveis atuais da dívida latino-americana?

Por cobrir o intervalo de 1980 a 2013, o conjunto registra a crise daquela década. Nos anos 1980 o peso da dívida soberana chegou a patamares extremos e desembocou em calotes e reestruturações; já nos anos 2000 a relação dívida/PIB havia recuado, reflexo das reformas fiscais e de uma condução macroeconômica mais prudente.

Dívida interna ou dívida externa: qual oferece hoje maior risco à economia do Brasil?

Conforme os dados, desde os anos 1990 a dívida do Brasil vem pendendo para o lado interno. Nas décadas de 1980 e 1990 o foco de risco recaía sobre a dívida externa, mas por volta dos anos 2000 a interna passou a predominar. Os riscos vigentes (posteriores a 2013) ficam fora do alcance.

Quais países latino-americanos estão hoje em calote ou sob alto risco de reestruturação?

O alcance do conjunto é histórico: Argentina, Brasil, México e outros enfrentaram calotes e reestruturações entre as décadas de 1980 e 2000. Os calotes do período em curso (2024–2025) não são contemplados.

Há relação entre a instabilidade política e os rendimentos dos títulos soberanos nos países andinos?

Os metadados assinalam que o conjunto cobre a dívida soberana e a macroeconomia. A experiência histórica (1980–2013) revela que, em países como Bolívia, Equador e Peru, os episódios de instabilidade política coincidiram com spreads soberanos e custos de financiamento mais altos.

Que grau de transparência e exatidão têm os relatos da dívida pública latino-americana?

O conjunto surgiu para alimentar o IPES 2007, enfatizando os riscos da dívida soberana e a urgência de mais transparência. Seus metadados colocam a prestação de contas sobre a dívida soberana como eixo central, em sintonia com o estímulo do BID aos padrões de dados abertos.

Em que situação se encontra hoje a dívida soberana na América Latina?

O conjunto de dados (1980–2013) revela que o peso da dívida soberana continuou elevado, mas

Arquivos do conjunto de dados

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