Indicadores regionais do Centro de Informações para a Melhoria da Aprendizagem (CIMA): 2007-2017

Por Education Division (VPS/SCL/EDU)

Este conjunto de dados reúne uma extensa relação de indicadores educacionais e contempla resultados de avaliações internacionais de aprendizagem: o PISA da OCDE, o SERCE e o TERCE da UNESCO e o CSEC do Caribbean Examination Council. Entre as medidas disponíveis estão a pontuação média, a taxa de aprovação, a parcela de alunos de melhor desempenho e a parcela de alunos com baixo rendimento.

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Metadados e uso

Identificador https://doi.org/10.60966/x0se6zl1
Licença Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO
Citação

Banco Interamericano de Desenvolvimento (2015). Indicadores regionais do Centro de Informações para a Melhoria da Aprendizagem (CIMA): 2007-2017. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/x0se6zl1

Data de publicação 2015-08-14
Data de modificação 2026-06-25
Tags/Palavras-Chave CIMA · CSEC · Educação · Avaliação · Aprendizagem · PISA · TERCE
Idioma
  1. Espanhol
Cobertura Temporal 2007-2017
País
Argentina
Bahamas
Barbados
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
Equador
El Salvador
Guatemala
Guiana
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
Peru
Suriname
Trinidad e Tobago
Uruguai
Venezuela
Região América Latina e Caribe
Publicador
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Autor
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Tipo de Coleta de Dados Dados Observacionais
Tipo Estatístico Dados em Painel
Estrutura dos Dados Dados Estruturados
Notas dos Dados

Como se organizam, de modo geral, os sistemas educacionais dos países latino-americanos?

Conforme os dados do CIMA, quase todos os países dividem a educação em três níveis: primária, secundária e terciária. O acompanhamento da frequência líquida, da matrícula e da conclusão expõe as diferenças entre as zonas urbanas e rurais e entre as redes pública e privada.

Atualmente, quais são os principais obstáculos enfrentados pelas escolas latino-americanas?

Os indicadores do CIMA expõem problemas que persistem: elevada evasão no meio rural, desigualdades acentuadas entre os quintis socioeconômicos e acesso restrito a serviços básicos como eletricidade, saneamento e recursos de aprendizagem.

Na América Latina, que diferenças de qualidade existem entre o ensino público e o privado?

Os indicadores são apresentados separadamente para a rede pública e a privada. Em geral, as instituições privadas registram melhores taxas de conclusão e maior acesso a recursos; já as públicas atendem à maior parte dos estudantes, mas convivem com restrições de financiamento e de infraestrutura.

Quão diferentes são as taxas de alfabetização de um país latino-americano para outro?

A escolaridade não é homogênea: Chile e Uruguai, por exemplo, apresentam média mais alta de anos de estudo, ao passo que os países da América Central ficam atrás. Tanto a alfabetização quanto o nível de instrução dos adultos são mensurados para a população de 25 anos ou mais.

De que forma a exclusão digital afeta o ensino a distância no meio rural da América Latina?

Os indicadores de recursos físicos apontam que as escolas do campo dispõem de acesso bem mais limitado à eletricidade, à internet e aos materiais didáticos do que as urbanas, um contraste que escancara a exclusão digital.

Com que recursos os governos latino-americanos sustentam a educação pública?

Os indicadores de recursos financeiros expressam o gasto público como percentual do produto interno bruto (PIB) e o detalham por nível de ensino. As prioridades mudam conforme o país: alguns destinam fatia maior ao ensino primário, ao passo que outros concentram esforços no secundário ou no terciário.

Em matéria de gasto com educação, o que distingue Chile, México e Brasil?

Para fins de comparação, o conjunto de dados traz indicadores de gasto medidos como percentual do produto interno bruto (PIB) e do gasto público total. O Chile aplica mais por aluno em relação ao seu PIB per capita, ao passo que o Brasil e o México reservam à educação uma fatia maior do gasto público total.

Em que situação se encontra hoje a educação nos países da América Latina?

Embora os indicadores mostrem avanços na matrícula e na conclusão, as lacunas não desaparecem. A frequência líquida no ensino primário, por exemplo, chega a patamares elevados, mas a conclusão do secundário fica defasada, sobretudo nos quintis rurais e de menor renda.

Em relação à média da OCDE, onde se posicionam os resultados do teste PISA na América Latina?

De maneira recorrente, os países latino-americanos ficam abaixo das médias da OCDE em matemática, leitura e ciências. O conjunto de dados chama a atenção para as lacunas de aprendizagem segundo o nível socioeconômico, o gênero e a divisão entre o urbano e o rural.

Que fatores explicam, sobretudo, as altas taxas de evasão escolar no meio rural latino-americano?

Segundo os dados do CIMA, a desigualdade socioeconômica, a carência de infraestrutura e o avanço da inatividade juvenil (nem-nem/NEETs) estão entre os principais gatilhos da evasão nas áreas rurais.

Ao longo da última década, como evoluíram as taxas de alfabetização no Caribe em comparação com a América do Sul?

As médias por região revelam que nações caribenhas como Barbados ou Trinidad e Tobago atingem níveis de alfabetização e de escolaridade superiores aos de alguns países sul-americanos. O CIMA disponibiliza indicadores que permitem confrontar as duas regiões.

Arquivos do conjunto de dados

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