Indicadores de Pensões na América Latina e no Caribe: 2019
Metadados e uso
| Identificador | https://doi.org/10.60966/kvf0-wg31 |
|---|---|
| Licença | Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO |
| Citação |
Altamirano Montoya, Álvaro, et al. (2020). Indicadores de Pensões na América Latina e no Caribe: 2019. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/kvf0-wg31 |
| Data de publicação | 2020-12-08 |
| Data de modificação | 2026-08-26 |
| Tags/Palavras-Chave | Pensão · Poupança para aposentadoria · Previdência social |
| Idioma |
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| Cobertura Temporal | 2019-2019 |
| País |
Argentina
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
República Dominicana
El Salvador
Haiti
Honduras
Jamaica
México
Panamá
Paraguai
Peru
Uruguai
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| Região | América Latina e Caribe |
| Publicador |
Banco Interamericano de Desenvolvimento
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| Autor |
Altamirano Montoya, Álvaro
Bosch, Mariano
Cabrita Felix, Carolina
Cerda, Rodrigo
García-Huitrón, Manuel
Gutiérrez, Laura Karina
Tapia Troncoso, Waldo
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| Tipo de Coleta de Dados | Dados Observacionais |
| Estrutura dos Dados | Dados Semiestruturados |
| Notas dos Dados |
Que informações estão no conjunto de dados?Os dados são apresentados por país e abrangem:
Por que os indicadores de previdência são relevantes para a América Latina e o Caribe?A população da região envelhece em ritmo acelerado e a informalidade no emprego é alta; juntos, esses fatores ameaçam a sustentabilidade da previdência. Para que serve este conjunto de dados?Os indicadores de previdência na América Latina e no Caribe podem ser usados para:
Quais países estão incluídos?Reúne dados previdenciários da maioria das economias da América Latina e do Caribe, com variáveis padronizadas que facilitam as comparações entre países. Quais são os principais indicadores do conjunto de dados?Entre as variáveis centrais estão:
Quem elaborou este conjunto de dados?Foi elaborado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para apoiar a análise de políticas regionais voltadas ao envelhecimento e à proteção social. Qual é a ligação deste conjunto de dados com a política fiscal e social?Na América Latina e no Caribe, os sistemas previdenciários são peça central da política fiscal e das estratégias de inclusão social. Que limitações este conjunto de dados apresenta?Vale ter em mente que:
Que indicadores-chave medem o desempenho do sistema previdenciário?O conjunto de dados acompanha as taxas de cobertura (por exemplo, a taxa total de contribuintes do Paraguai foi de 20,7%), a densidade de contribuição (Paraguai, 11,7%) e as taxas de reposição (reposição de benefício definido [DB] do Paraguai, ~49%). Esses indicadores revelam quantos trabalhadores contribuem, com que constância o fazem e quão adequadas são as aposentadorias diante dos rendimentos anteriores à aposentadoria. Por que a taxa de reposição líquida é um indicador previdenciário decisivo?A taxa de reposição mostra que fração da renda anterior à aposentadoria é coberta pela pensão. No Paraguai, nas pensões de benefício definido, ela ficou entre 42% e 49%, o que escancara desafios de adequação ante os mais de 70% registrados no Uruguai. Como os sistemas de benefício definido e de contribuição definida se comparam quanto às métricas de sustentabilidade?O conjunto de dados separa as taxas de reposição de benefício definido (DB) das de contribuição definida (DC). Assim, a reposição DB do Paraguai girou em torno de 49%, ao passo que a reposição DC do Chile chegou perto de 61%. Os sistemas DB apoiam-se na solvência fiscal; já os sistemas DC dependem da densidade de contribuição e do retorno dos fundos. Que indicadores atuariais medem a solvência dos fundos de pensão?Uma maneira de medir a solvência é a relação entre os ativos dos fundos de pensão e o PIB. No Paraguai, esses ativos correspondiam a 0% do PIB em 2017, um pré-financiamento bastante limitado em comparação aos 69% do Chile. Que indicadores previdenciários pesam mais para quem planeja se aposentar aos 65 anos?Aqui a cobertura é o que mais importa: no Paraguai, somente 16% dos idosos recebiam pensões contributivas em 2019, ante 87% no Uruguai. O contraste expõe o risco de uma renda de aposentadoria insuficiente para quem não contribui de forma constante. Como as mudanças demográficas afetam os indicadores nacionais de sustentabilidade previdenciária?Em 2019, a razão de dependência de idosos do Paraguai era de 0,322, ou seja, 32 idosos para cada 100 adultos em idade ativa. Quanto mais essa razão sobe, maior a pressão fiscal sobre os sistemas de repartição. Qual é a diferença entre adequação e sustentabilidade previdenciária?A adequação trata de quão satisfatórios são os benefícios (taxas de reposição, cobertura dos idosos). A sustentabilidade olha para a viabilidade fiscal (razões de dependência, ativos dos fundos de pensão, nível de dívida). O Paraguai reúne adequação baixa (reposição ~49%) e sustentabilidade frágil (ativos dos fundos em 0% do PIB). Como se calcula a razão de dependência previdenciária?Resulta da divisão do número de pessoas com 60 anos ou mais pelo das de 15 a 59 anos. No Paraguai, essa razão foi de 0,322 em 2019, o que aponta para uma carga cada vez maior sobre quem contribui. Que métricas principais avaliam a saúde de um sistema previdenciário nacional?O conjunto de dados dá destaque a: Que efeito o aumento da expectativa de vida tem sobre as razões de sustentabilidade previdenciária?No Paraguai, aos 60 anos a expectativa de vida era de 19,95 anos para os homens e de 22,15 anos para as mulheres. Viver mais tempo amplia os passivos previdenciários e pressiona os sistemas com baixa densidade de contribuição. Por que a razão de dependência de idosos é decisiva para os sistemas de repartição?Nos sistemas de repartição (PAYG), são os trabalhadores ativos que financiam os aposentados. A razão de 0,322 do Paraguai significa menos trabalhadores por aposentado, o que acende o alerta sobre a sustentabilidade. |