Conjunto de Dados do Relatório de Cibersegurança 2016

Por Innovation in Citizen Services Division (VPS/IFD/ICS)

Este conjunto de dados dá sustentação ao Relatório de Cibersegurança 2016, "Estamos preparados na América Latina e no Caribe?", elaborado em conjunto pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pelo Global Cyber Security Capacity Centre (GCSCC) de Oxford. O Conjunto de Dados do Relatório de Cibersegurança 2016 reúne indicadores quantitativos e qualitativos que medem a maturidade em cibersegurança em toda a América Latina e o Caribe (ALC).

O levantamento foi feito por meio de uma pesquisa on-line baseada no Modelo de Maturidade da Capacidade de Cibersegurança (CMM) do GCSCC. Disponível em inglês e espanhol, o questionário passou por uma etapa piloto e, em seguida, foi aplicado a um grupo variado de atores nacionais em 32 países da América Latina e do Caribe. Depois de recebidas, as respostas foram consolidadas, conferidas, depuradas e complementadas com informações de fontes externas para assegurar sua integridade e precisão.

Mostrar mais

Metadados e uso

Identificador https://doi.org/10.60966/ths5uudn
Licença Creative Commons Atribuição–NãoComercial–SemDerivações 3.0 IGO
Produto de Conhecimento Relacionado
Citação

Banco Interamericano de Desenvolvimento, et al. (2015). Conjunto de Dados do Relatório de Cibersegurança 2016. Dados Abertos do BID. https://doi.org/10.60966/ths5uudn

Data de publicação 2015-12-14
Data de modificação 2026-07-15
Tags/Palavras-Chave Caribe · Defesa cibernética · Estratégia cibernética · Cibercrime · Cibersegurança · Redundância digital · Governo eletrônico · Resposta a incidentes · América Latina · Marcos legais · Infraestrutura crítica nacional · Confiança on-line · Privacidade · Resiliência
Idioma
  1. Inglês
Cobertura Temporal 2015-2015
País
Antígua e Barbuda
Argentina
Honduras
Jamaica
Bahamas
México
Nicarágua
Panamá
Paraguai
São Cristóvão e Névis
Peru
Dominica
Santa Lúcia
São Vicente e Granadinas
Suriname
Barbados
Trinidad e Tobago
Uruguai
Belize
Bolívia
Brasil
Chile
República Dominicana
Colômbia
Costa Rica
Equador
El Salvador
Granada
Guatemala
Guiana
Haiti
Região América Latina e Caribe
Publicador
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Autor
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Organização dos Estados Americanos
Tipo de Coleta de Dados Dados de Inquéritos
Tipo Estatístico Dados em Painel
Estrutura dos Dados Dados Estruturados
Notas dos Dados

O que é o Conjunto de Dados do Relatório de Cibersegurança 2016?

É o conjunto de dados que embasa o Relatório de Cibersegurança 2016 e disponibiliza indicadores sobre o grau de maturidade em cibersegurança alcançado na América Latina e no Caribe.

Quais informações o conjunto de dados inclui?

O conjunto de dados organiza as informações por país em torno de cinco dimensões essenciais da cibersegurança:

  1. Marcos de política e estratégia
  2. Legislação sobre crime cibernético e capacidade de aplicação da lei
  3. Educação em cibersegurança e desenvolvimento de talentos
  4. Proteção de Infraestruturas Críticas (PIC)
  5. Cooperação e preparação para resposta a incidentes

Dentro de cada dimensão há diversos indicadores que avaliam as estruturas institucionais, a operação no dia a dia e os arranjos de colaboração internacional.

Qual é o objetivo deste conjunto de dados?

Oferece a governos, pesquisadores e formuladores de políticas uma visão mais nítida de quão preparados estão em cibersegurança os países da ALC.
Com isso, apoia a elaboração de estratégias nacionais, marcos legislativos e iniciativas de fortalecimento de capacidades voltadas a ampliar a resiliência diante das ameaças digitais.

Quais países estão incluídos?

A cobertura alcança 32 países da América Latina e do Caribe.
Em cada um, a avaliação combinou questionários estruturados com pesquisa de fontes secundárias, de modo que os níveis de maturidade em cibersegurança fossem comparáveis entre si.

Quem desenvolveu e financiou este estudo?

O Relatório de Cibersegurança 2016 nasceu de uma iniciativa conjunta do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Organização dos Estados Americanos (OEA).
A análise contou ainda com a colaboração de especialistas regionais em cibersegurança e de órgãos nacionais, que forneceram dados e documentação de caráter oficial.

Como os dados foram coletados?

A coleta teve como ponto de partida uma pesquisa padronizada dirigida às autoridades nacionais de cibersegurança, à qual se somaram pesquisa documental e um trabalho de validação com especialistas.
Por fim, os indicadores foram normalizados para que os resultados fossem comparáveis em todas as economias da ALC.

Quais são as principais conclusões do relatório?

  • Na maioria dos países da ALC, as políticas abrangentes de cibersegurança ainda davam seus primeiros passos, em etapas iniciais.
  • Poucos já dispunham de estratégias nacionais de cibersegurança próprias ou de Equipes de Resposta a Incidentes de Segurança Informática (CSIRT).
  • A cooperação regional surgia como uma das lacunas mais evidentes, com poucos mecanismos para coordenar a resposta a ameaças transfronteiriças.
  • O fortalecimento de capacidades em educação e formação profissional permanecia como prioridade central para quase todos os países.

Como os pesquisadores podem utilizar este conjunto de dados?

Os pesquisadores podem utilizar o conjunto de dados de 2016 para:

  • Comparar a maturidade em cibersegurança entre países e regiões.
  • Acompanhar a evolução das políticas e o progresso institucional em anos posteriores.
  • Apoiar a análise acadêmica e de políticas sobre a resiliência da infraestrutura digital.
  • Orientar iniciativas intersetoriais que integram a cibersegurança à infraestrutura de energia, transporte e finanças.

Como este conjunto de dados se relaciona com a resiliência da infraestrutura?

A cibersegurança é um componente essencial da infraestrutura digital e crítica.
O conjunto de dados de 2016 oferece informações sobre como os governos protegem as redes de energia, os sistemas de transporte, as redes de água e a infraestrutura de comunicações contra ameaças cibernéticas.

Quais são as limitações do conjunto de dados?

  • Reflete o estado da cibersegurança em 2016; desenvolvimentos mais recentes não são captados.
  • Alguns indicadores autodeclarados podem variar em precisão entre os países participantes.
  • O conjunto de dados foca na preparação institucional, não em incidentes cibernéticos específicos.

Que papel o phishing e a engenharia social desempenharam nos ataques cibernéticos em 2016?

O conjunto de dados indica que o phishing e a engenharia social estiveram entre os vetores de ataque mais comuns, frequentemente usados para iniciar violações e infecções por malware.

Quais foram os principais métodos de distribuição de malware usados pelos atacantes em 2016?

O conjunto de dados sugere que a distribuição por e-mail e a interação do usuário (como clicar em links ou anexos maliciosos) foram vetores-chave, embora não forneça detalhamentos técnicos pormenorizados.

Por que o crime cibernético aumentou em 2016?

O conjunto de dados sugere um aumento da atividade de crime cibernético, provavelmente impulsionado pela ascensão de ataques monetizáveis como ransomware e phishing, embora não forneça análise causal.

Como o ransomware se comparou ao phishing em termos de impacto em 2016?

O conjunto de dados indica que tanto o ransomware quanto o phishing foram ameaças importantes. O phishing frequentemente atuava como ponto de entrada, enquanto o ransomware representava uma estratégia-chave de monetização.

Quais foram as principais ameaças cibernéticas para pequenas empresas em 2016?

O conjunto de dados sugere que as pequenas empresas estiveram expostas a ameaças comuns como phishing, malware e ransomware, embora não segmente os dados especificamente por tamanho de empresa.

Quais foram as principais conclusões dos relatórios de cibersegurança em 2016?

O conjunto de dados respalda esta pergunta ao mostrar tendências como o aumento da atividade de ransomware, ataques de phishing generalizados e um volume geral crescente de ameaças cibernéticas.

Quais foram as principais diferenças entre as tendências de cibersegurança em 2015 e 2016?

O conjunto de dados indica um crescimento da atividade de ameaças cibernéticas, em particular o ransomware, sugerindo uma escalada de ataques com motivação financeira em comparação com períodos anteriores.

Quais foram as estatísticas de crime cibernético em 2016?

O conjunto de dados oferece informações estatísticas sobre a frequência e os tipos de ataques, mostrando aumento da atividade em incidentes de phishing, malware e ransomware.

Arquivos do conjunto de dados

Carregar mais